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Universos Assimétricos

Uma História de Agressão

31.10.03

«Mosquitos da outra banda» (2) 

Ao longo da História, aparentemente muita gente tem afirmado ver objectos no céu em forma de charuto, de disco, com ou sem luzes, parados ou em velocidades impossíveis. Outros afirmam ter encontrado seres extraterrestres com forma humana.
Sendo bastante seguro que no nosso sistema solar não existe vida organizada ou por observação directa ou por se conhecerem as condições mortais de temperatura e gases presentes na atmosfera dos planetas e satélites deste sistema, donde viriam esses seres?

posted by perplexo  # 00:34

30.10.03

«Mosquitos da outra banda» (1) 

Um problema associado à impaciência de explicar o que se não conhece ou de não aceitar, por demasiado prosaicas e pouco espectaculares, as explicações que a ciência tem, no estado de aprofundamento em que se encontra, é o de atirar uma «explicação» que parecendo resolver o problema em causa, cria cenários com maior grau de inverosimilhança que o anterior entendimento do problema, o que não parece assustar quem assim levianamente «resolve» os problemas.
Também aqui, para ultrapassar a prosaica miudeza da não dispersão dos minérios na Terra, se atira com um cenário que implica civilizações extraterrestres.

29.10.03

Lixeira (4) 

Entre as hipóteses implausíveis (isto da TV Cabo pega-se), poderia imaginar-se uma situação em que a zona periférica da Via Láctea onde o Sol se move, fosse uma zona de despejos, um vazadouro de resíduos industriais não tratados. Além de serem aqui lançadas as escórias da produção industrial - mineral e química, também aqui seriam lançados os resíduos da produção biológica – laboratorial e industrial.
Com tal base biológica, pelo menos para esta região do Universo e especialmente em Sol 3, não seria necessário recorrer a «soluções» criacionistas, nem as teorias subsidiárias do darwinismo teriam dificuldades em explicar os primeiros estádios da evolução, na passagem do puramente mineral para os organismos vivos.

28.10.03

Lixeira (3) 

Se é difícil perceber porque é que o Big Bang gerou condensações de matéria (pela falta de influências externas deveria ter produzido uma dispersão homogénea de partículas lançadas em direcções radiantes e portanto não teria sido possível a condensação em corpos maiores – estrelas, galáxias, nebulosas), também é difícil perceber, pela mesma lógica de dispersão, que existam filões de minerais «pesados» na Terra. Se Sagan tinha razão e os elementos pesados não podem ser elaborados num relativamente pouco potente núcleo interno da Terra, então não seria de esperar encontrá-los em grandes concentrações «filónicas», mas em dispersão perfeita, por terem origem em poeiras originadas na última explosão da estrela de que fizemos parte, nós e o nosso sistema solar.
Como explicar a sua existência?

27.10.03

Lixeira (2) 

Dizia ele que elementos com um peso atómico superior ao hidrogénio e ao hélio só poderiam ter tido origem numa fornalha nuclear como o interior duma estrela. Assim, especulava ele, as partículas antepassadas das que deram origem ao nosso sistema solar, fizeram parte dum planeta ou duma estrela que passou por uma fase de vida normal dum sistema estelar – super-nova, anã branca, vida normal como o nosso Sol, gigante vermelha, colapso e novamente explosão super-nova. Os átomos assim tratados – sujeitos a condições inimagináveis em que altíssimas temperatura e pressão seriam apenas 2 dos aspectos envolvidos – puderam transmutar-se para elementos cada vez mais pesados até atingirem os elevados pesos atómicos dalguns elementos que compõem a actual Terra.

26.10.03

Lixeira (1) 

Carl Sagan dizia que o facto de o nosso planeta conter elementos pesados (elementos com um número alto na tabela periódica dos elementos, por possuírem alto número de partículas no seu núcleo e em gravitação), como por exemplo o bismuto, o califórnio, o urânio (no limite, qualquer elemento com um peso atómico superior ao hidrogénio e ao hélio), é um forte indício que o nosso sistema solar não é de primeira geração, isto é, não provém da condensação dos gases e poeiras originadas no Big Bang inicial.

25.10.03

Contaminado 

Em Al-Fingir 8, prova-se agora que afinal havia armas biológicas no Iraque.
Bush tem afirmado repetidamente que no Iraque têm estado a atingir os objectivos para que se propuseram. É isso. Aparentemente foi contaminado pelo mesmo vírus que afectava o ex-Ministro da Informação do Ex-Iraque, o qual, muito provavelmente, era uma arma biológica encapotada.

24.10.03

Abuso 

Em Coinces 7, por um estranho fenómeno de sincronicidade ainda por explicar, mas que para todos os observadores é uma coincidência a que atribuem um bem evidente significado, os membros dos conselhos directivos das faculdades têm visto crescer duma forma despropositada, desproporcionada e autoritária, muitos dos seus encargos económicos: um que pagava 700 euros de renda de casa, passou a pagar 1700 por imposição arbitrária do senhorio; outro que pagava uma prestação trimestral de 116 euros por um seguro de saúde, passa a pagar 284 por imposição da seguradora; uma que pagava de prestação do carro 348 euros, passa a pagar 852.
A comunicação chegou-lhes como um dictat, sem margem para negociação. Aos apelos ao bom-senso dum desses membros que argumentava que o seu vencimento nem 3% subia, um senhorio ainda retorquiu: «Se acha cara a minha casa, há aí muitas outras para alugar».

23.10.03

Médecine oblige (4) 

Médico de estadão é o que faz actos mediáticos – separação de gémeos, transplantes, investigação. É o que tem consultório particular numa grande cidade ou melhor, uma rede deles. É o que publica em revistas da especialidade. É o que cobra muitos euros por consulta.
Felizmente, ainda há uns quantos que por espírito de missão ou por boa formação moral, conseguem um encontro entre as necessidades de saúde das gentes e um exercício honesto e despojado das especialidades que os justificam. É o que vale.

22.10.03

Médecine oblige (3) 

Em Hipocras 4, servir a comunidade, ser útil, não é uma prioridade para a maioria dos médicos. Primeiro está a sua comodidadezinha, o seu negócio. Que é isso de aceitar ser colocado na província? Que é isso de ser operado no meu hospital antes de deixar o dinheiro de algumas consultas lá no consultório que tenho na cidade? Que é isso de tratar das «pequenas» coisas – a vacinação de crianças, as bronquites, as queixas dos velhos?

21.10.03

Médecine oblige (2) 

Em Hipocras 4, é considerado um desperdício, uma oportunidade perdida, ter nota para entrar para medicina e ir para qualquer outro curso, mesmo que se deteste pessoas e se prefiram outras matérias. Uma entrada em medicina é como um 6 no Totoloto. É certo que há que fazer o curso, o que só por si é uma tarefa desgastante e admirável. Mas depois, ó meus amigos, é o prestígio, é o dinheiro, é a sensação divina de fazer milagres. Pelo menos, muitos concidadãos assim os consideram. E o reconhecimento dos outros não tem preço. Até algum poder traz por acréscimo.

20.10.03

Médecine oblige (1) 

Em Hipocras 4, há estatísticas que parecem indicar que os melhores médicos, os que juntam os conhecimentos científicos a uma grande componente humana, não são os profissionais do estudo, os marrões que tiram os 20, mas os duma faixa que, com excepções, vai dos 14 aos 17. Qual será a explicação?
Se isto se passa com a nota final de curso, mais evidente parece que não é a boa nota de entrada no superior que faz o bom médico.

19.10.03

Embuste (3) 

Entretanto nas privadas continuava a reinar a paz podre da servidão. «Obedece, paga e não bufa». Contestação dava direito a umas férias muito grandes. E o papá não ia gostar mesmo nada.
Grandes crânios: espalharam a desunião no adversário ao criarem propinas diversificadas conforme a faculdade, deram dele uma imagem de balbúrdia a contrastar com o sossego «privado» e ainda aproximaram a propina pública da privada, gerando competitividade.
Entretanto, a preparação universitária que todos afirmavam perseguir, revelava-se malfeita e barbuda – não podia comparar-se às esbeltas estrangeiras.

18.10.03

Embuste (2) 

Os alunos das públicas, no seu imediatismo generoso reagiram violentamente: invadiram reuniões, fecharam faculdades, mantiveram um clima de desassossego até perto do Carnaval. Diziam, com razão, que tal aumento não assentava em nenhum índice sério. Não correspondia a nenhum índice de aumento de salários, nem de inflação e muito menos reflectia um correspondente aumento de qualidade de serviço prestado.
Mas a perspectiva de tamanhos aumentos já levava muitos não só a aceitar mas a pedir a «propina mínima», que mesmo assim correspondia a mais de 33% de aumento. Foi o que veio a acontecer numa meia dúzia de faculdades mais irredutíveis.

17.10.03

Embuste (1) 

Quando em Iliteras 8, o número de alunos que recorriam às universidades privadas diminuiu dramaticamente, pelo menor número de candidatos ao ensino superior, por um lado e por outro lado pelo aumento do número de vagas no ensino público, os «lobbies» das universidades privadas vendo o terreno a fugir-lhes debaixo dos pés, entraram em histeria. Obrigaram então os seus testas-de-ferro no governo a lançar aumentos de propinas brutais nas universidades públicas, que nalguns casos subiam aos 140%, para manter competitivas as suas universidades e gabinetes de sondagens associados.

16.10.03

Desnorteados 

Nos países ricos de Coerens 5, os mapas são elaborados com uma lógica desconcertante: já que o seu sol está no céu – em cima – no Sul ao meio-dia, é também na parte de cima dos mapas que se coloca o Sul e as regiões do Sul. Sul e cima são quase sinónimos.
Esta prática não é pacífica. Diz-se que as frequentes depressões dos nórdicos – escandinavos, canadianos, siberianos – têm também a ver com o facto de os seus países estarem representados nos limites inferiores dos seus mapas.

15.10.03

Oportunidades de negócio 

Em Bacter 7, a dependência do petróleo ainda não se faz sentir com muita premência. Assim, optou-se por não controlar ainda o Afeganistão e o Iraque mas explorar as possibilidades de captação de fundos através da indústria farmacêutica e juntá-los aos captados pela indústria de armamento.
Não havendo o ruído de fundo de alguma guerra em preparação ou em execução, foi possível manter a “Operação Pó de talco” em crescendo, culpando sempre, é claro, os terríveis terroristas externos.
Um ano depois, as vendas de antídoto do antraz já atingiam os 120 milhões de unidades por mês. Com o mercado saturado, as vendas têm vindo a cair, mas a indústria farmacêutica já avisou o Governo Central que dentro de 2 meses terá uma capacidade de produção de vacinas contra o botulismo da ordem dos 70 milhões de unidades por mês. A economia ainda pode ser salva.

14.10.03

Despropinados e bem pagos  

Em Percents 2, verificando-se por um lado grande contestação ao pagamento de propinas, mesmo entre os estudantes sem dificuldades económicas e por outro lado, grandes vencimentos e honorários exigidos pelos formados universitariamente, optou-se por um regime à escolha do formando: é o estudante que decide que percentagem da propina total é que quer pagar, enquanto estiver a tirar o curso. A contrapartida para a sociedade é exigida durante tantos anos como os que o recém-licenciado demorou a concluir o curso e consubstancia-se em vencimentos ou honorários que o dito licenciado aufere ou cobra apenas na percentagem igual à que pagou de propinas. Meia propina – meio vencimento; 30% de propina paga em 6 anos – 30% de preço de consulta durante 6 anos.
Foi remédio santo.

13.10.03

Argumentos de vida (2) 

A coerência dos comportamentos estende-se aos múltiplos aspectos da vida de cada um, como um argumento determina a caracterização duma personagem. São argumentos de vida. O desprezo “pelo outro” que estes vários aspectos do comportamento deste arrogante parecem indicar, levá-lo-ão, perdoar-me-ão o preconceito, a tentar passar à frente nas filas dos transportes ou das bilheteiras, a meter cunhas, a não fazer “piscas”, a mijar a roda da sanita, a apoiar a invasão do Iraque. “É fatal como o destino”.

12.10.03

Argumentos de vida (1) 

Em Solar 3, há dias, quando este vosso escriba percorria uma grande loja de móveis apinhada de gente, deparou com um descarado visitante que se fazia acompanhar pelo seu cão Boxer. A detecção do silvestre foi desencadeada não tanto pelo cão mas pela pestilência que transmitia a toda a loja, provinda duma cigarrilha que ia fumando, disfarçando-a na mão semi-cerrada.
Enquanto esperava cá fora que a pestilência e o seu produtor se retirassem, vi-o dirigir-se e entrar para um jipe convenientemente estacionado perto da loja e em cima do passeio, que apesar de alteado não conseguiu evitar que o alto rodado do jipe o transpusesse. Coerente até ao fim.

11.10.03

Opções precipitadas 

Em Alter 7, há 55 anos, Salazar cedeu às pressões de Churchill para criar um estado judaico nos Açores. Muitos anos passaram e muitas lutas aconteceram desde então. Agora os portugueses estão confinados a dois territórios principais: um que abrange uma faixa costeira que vai desde Aljezur até V. N. Milfontes e outro que engloba as Beiras interiores e Trás-os-Montes. Ainda assim, foram estabelecidos colonatos na Cova da Beira e no Vale do Cachão. Uma barreira de betão e arame farpado electrificado está entretanto a ser levantada aos poucos ao longo desta suposta fronteira. De vez em quando, um português faz-se explodir dentro dum autocarro cheio de hebreus em Lisboa ou noutra das cidades hebraicas. A esperança morreu há muito nos seus peitos.

10.10.03

Fraude (4) 

A presumida variedade que a multiplicidade dos canais da TV Cabo sugere, revela-se afinal homogeneidade. A potencial multidão de vozes que seria possível ouvir em tantos canais, não passa de registos da voz do mesmo dono – a do Grande Irmão Americano. Isto é assustador, é claustrofóbico, para os espectadores em Odiss 6. E têm bastos motivos para achar que a realidade que o GI Americano lhes transmite não chega.
Onde lhes será possível encontrar informação imparcial, quando o GIA proíbe outras versões da realidade, como proibiu que as televisões ocidentais transmitissem as reportagens da Al-Jazeera e outras árabes, na ocupação do Iraque? Na Internet?
E a Ciência? Restar-lhe-á ficar escondida nas universidades?

9.10.03

Fraude (3) 

O National Geografic Channel, tratava há dias – imagine-se neste canal – a carreira dum jovem político venezuelano que estudou nos Estados Unidos e agora tentava derrubar Hugo Chavéz.
O mesmo NGC, falando de Gibraltar, dizia que a pista do aeroporto não era maior que Central Park. Central Park? O território diz respeito a Inglaterra e Espanha, o programa é falado em brasileiro e transmitido em Portugal – porquê uma referência exterior a qualquer destes países?
Tal omnipropaganda transmite aos espectadores em Odiss 6, uma desagradável sensação de que estão cercados e de que se quiserem aproximar-se da isenção, da verdade e do rigor científico não os vão encontrar nos meios de comunicação massificados.

8.10.03

Fraude (2) 

Também em Odiss 6,o obscurantismo mais perigoso é o que vem disfarçado de ciência.
No canal Odisseia a técnica é por vezes rebuscada. Pega-se num tema como o do êxito da espécie humana, diz-se que actualmente não é possível negar a selecção natural, para arrebanhar os incautos amantes do saber e depois de ainda os besuntar com um elogio da teoria do gene egoísta, vai dar uma grande volta por vários aspectos das características humanas e das complexidades do mundo natural, para por fim desembocar no criacionismo. É nojento, é desonesto é um roubo. Vem da América.

7.10.03

Fraude (1) 

Em Odiss 6, os canais de cabo História, Odisseia e outros que aparentemente transmitem programas com rigor científico, quando analisados com atenção revelam aspectos preocupantes.
O Odisseia é por vezes inquinado por visões teológicas e outras não-científicas da Física e das Ciências Naturais.
O História tem grande tendência para enaltecer a América e os seus valores, nos mais variados aspectos, quantas vezes a coberto de assuntos que nem sempre lhe devem algo, com um descaramento que toca as raias da propaganda.
Por outro lado, é frequente, em tom grandiloquente que talvez ficasse bem num púlpito, tratar episódios da Bíblia como História.

6.10.03

Terroristas são os outros (5) 

A UEL aproveita a oportunidade para felicitar todos os escribas pelos inestimáveis serviços prestados às valentes forças libertadoras do Iraque, às vezes com risco da própria deontologia profissional e da dignidade humana, dando indicações preciosas sobre a localização do inimigo ou enviando para as suas estações, serviços noticiosos onde cuidadosamente se evitava inquietar o público com imagens que nos fossem adversas e realçando a progressão vitoriosa, imparável, das forças do Bem, aclamadas por multidões agradecidas.

5.10.03

Terroristas são os outros (4) 

- Atirar pedras aos soldados americanos no Iraque, é terrorismo porque se está a hostilizar forças armadas benignas para o povo.
- Disparar sobre uma manifestação de civis no Iraque, não é terrorismo porque é um acto de legítima defesa.

Duma maneira geral - continua a UEL - pode-se dizer que quando a acção sangrenta é executada por muçulmanos, civis, pretos, amarelos, morenos, é terrorismo. Quando é praticada por cristãos, judeus, militares, brancos, ocidentais, não é terrorismo.


4.10.03

Terroristas são os outros (3) 

- Atingir viaturas militares americanas com rockets ou granadas, é terrorismo porque é feito por apoiantes de Saddam contra forças que só querem o bem do povo iraquiano.
- Disparar metódica e exaustivamente sobre todos os automobilistas e camionistas que circulavam na estrada de Bagdad, não é terrorismo porque era sabido que a capital estava a ser invadida e guerra é guerra.

- Armas de destruição maciça no Iraque, é terrorismo porque foram utilizadas contra o seu próprio povo e poderiam ser utilizadas contra nós.
- Armas de destruição maciça em Israel, não é terrorismo porque servem para se defender dos seus vizinhos.

3.10.03

Terroristas são os outros (2) 

- Fazer-se explodir dentro dum autocarro, matando civis inocentes, é terrorismo, porque são mortos civis inocentes.
- Lançar bombas de fragmentação sobre um mercado matando civis inocentes, não é terrorismo porque se declarou que foi um acidente. Vendo bem as coisas, isto ajudou os iraquianos de Bagdad a perceber que estavam em guerra, que não valia a pena resistir e com isso se evitaram baixas.

- Atingir o edifício da ONU em Bagdad com um carro armadilhado, é terrorismo porque se trata de trabalhadores que nada têm a ver com o conflito.
- Bombardear uma estação de televisão de Belgrado matando vários trabalhadores da estação, não é terrorismo porque foi considerado um alvo legítimo por fazer apelo à resistência à invasão.

2.10.03

Terroristas são os outros (1) 

Em Confundir 8, a União dos Escribas Livres, preocupada com algumas dúvidas e confusões que têm surgido e querendo fornecer aos seus associados uma metodologia que lhes permita em qualquer circunstância distinguir um acto terrorista de um que o não é, emitiu através de vários exemplos, a seguinte orientação:

- Destruir edifícios cheios de civis, atingindo-os com aviões cheios de civis, é terrorismo, porque são mortos civis inocentes.
- Bombardear um país soberano, invadi-lo, destruir-lhe as estruturas politicas, militares, civis, as infra-estruturas de funcionamento básico e matar milhares de militares e civis, não é terrorismo porque é feito por um exército regular e fardado contra um país que é uma ameaça para nós.

1.10.03

Piton na cara (6) 

É mil vezes preferível perder, perder simplesmente, que fazer tais cenas. Se perder é uma derrota a que podemos dar um valor de -1, perder e ainda por cima praticar tais vergonhas, é equivalente a -3. Mesmo que o resultado final em golos dite uma vitória, ficará no público, (neste caso um público vastíssimo) um travo a sovaco, uma sensação de -1.
Quando envergais uma camisola nacional, vós sois mais que só vós – sois a representação, a embaixada de milhares de compatriotas e deste vosso escriba.
Por uma vez sede civilizados, por favor.
«Com o bom nome deste sector ocidental, não se brinca».

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