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Universos Assimétricos

Uma História de Agressão

31.10.04

La vraie pipe 

La pipe des naives


Cette fameuse oeuvre de Magritte, que fait penser sur la diference entre realité et representation, a, peut-être, une interpretation plus complexe, parce qu’ on dit que ce thème a été inspiré par Rosette, une jeune femme de trottoir, que tout savait sur pipes.
:)


posted by perplexo  # 01:03

30.10.04

Nuvens negras 

Deste vizinho respigo as seguintes frases:
- «um Blogue de Pombal foi fechado pelo seu gestor. O homem, apesar do gesto, foi despedido».
- «Ele, a sua família e a sua mãe septuagenária foram despertados às 7 horas da manhã. Uma acção simultânea que os apanhou desprevenidos nas suas casas».
A história mais completa deste segundo caso está no blog atingido.
Não me atrevo a tirar conclusões mas aquelas duas consequências são sobremaneira assustadoras e devem dar que pensar a quem escreve blogs. Será altura de começar a pensar na criação duma mútua de defesa jurídica dos blogadores? Ou dum sindicato?


29.10.04

Televisão da Igreja 

Nas notícias associadas aos acontecimentos na TVI, vi uma lista das principais participantes no capital daquela estação. Estranhamente, a Igreja portuguesa, a quem esta estação foi concessionada, não aparece nos primeiros lugares e, se ainda tiver alguma participação, será inferior a 12%.
A atribuição duma licença de emissão televisiva à Igreja, deixando de lado um concorrente comercial, só foi possível porque este país ainda estava (ainda está?) refém da ligação à Igreja, por laços fortemente alicerçados durante o Estado Novo. Mas a televisão não se revelou um caça-níqueis tão eficaz como a rádio, quer por desconhecimento do meio, quer porque as receitas de publicidade que o comércio e a indústria nacionais podiam fornecer só davam para alimentar 2,5 televisões e não 3. A coisa rebentou para o lado da TVI e a Igreja deve ter perdido muito dinheiro. Ainda há tempos um funcionário duma pequena instituição na província ligada à Igreja se me queixava que também essa instituição, a pedido de cima, tinha entrado com não sei quantos mil contos e lá tinham ficado.
Muitos sapos vivos devem ter engolido os católicos com as cedências, sobretudo na área do pudor, que a estação foi tendo que fazer para tentar ter audiências.
Lembram-se do logótipo da estação em cruz-de-Cristo semi-transparente, aérea, imaterial? Desapareceu, como desapareceram os sonhos duma televisão católica.

27.10.04

Motivos de orgulho 

Gostei de ver Durão defender o membro da sua comissão que proferiu declarações incompatíveis com a tolerância e a modernidade exigíveis a um representante de tantos milhões de europeus. Fica bem defender os seus, apesar do déficit de transparência que isso representa.
Fiquei satisfeito que Durão tenha sido obrigado a recuar. Esta é uma vitória dos parlamentares em relação a um governo, dum colectivo em relação a uma cúpula. Mas a mensagem mais importante que se transmite é a imagem de igualdade e de tolerância no seio da Europa, por oposição a sociedades que, como as muçulmanas, mas um pouco por todo o mundo, subalternizam a mulher e perseguem os homossexuais, arcaísmo de que a própria puritana sociedade norte-americana não está isenta.

Ajoelhou? 

Cavaco disse algo como: que devemos rezar para que a situação económica portuguesa não resvale para o abismo. Esta faz-me lembrar outra dele (em 87?) – a de que comprar certas acções era comprar gato por lebre. Apesar desta faceta catastrófica, ouvir uma personalidade, com o peso que esta tem, (goste-se ou não dele), dizer-nos para rezar é como os ratos dum navio verem o capitão a saltar borda fora.
P.S. (27/10) – Não estando comprovada a eficácia prática da oração, o homem contemporâneo prefere a acção como intermediação com a realidade. Recorre à prece quando se lhe esgotaram as opções práticas, não por daí esperar a solução que as suas acções não conseguiram, mas por um reflexo ancestral de desespero. Se um economista como Cavaco recorre à oração: - salve-se quem puder!

26.10.04

«A mulher de César» parece uma rameira 

O patrão da TVI é, espero eu, um homem íntegro e verdadeiro. No entanto, fala como um corrupto. Para ele, ter as suas empresas visitadas pela fiscalização das Contribuições e Impostos é que significa estar a ser pressionado sobre as orientações editoriais das suas empresas de comunicação social. Não ser pressionado deve ser não ter fiscalização económica, funcionar à vontadinha. No limite, a lei é uma pressão governamental. Ora se ele considera que a lei económica constitui uma pressão editorial levanta a suspeita de ter aspectos económicos por onde pressionar. «Quem não deve, não teme». Aproveitou esta oportunidade para dar o recado de que «não me fiscalizem, senão digo que querem controlar a minha linha editorial».
De caminho, aproveitou para dar uma bicada em Cavaco, dando um pouco de espaço ao «seu» candidato presidencial (logo saberemos quem).
Pode ser íntegro e independente, mas, visto daqui, parece um corrupto.

24.10.04

Inimigo público 

23.10.04

O empata 

O empata é um gajo que nos convence que nos vai resolver um problema, mas arrasta a promessa por muito tempo até desistirmos. É o livreiro que promete mandar-nos vir de Inglaterra o livro que procuramos, mas não trata disso. Numa livraria tive que fazer 3 ou 4 vezes uma encomenda do mesmo livro, além das várias vezes que por lá passei a saber se já tinha chegado.
É o mecânico conhecido que à conta disso me obriga a andar atrás dele 2 ou 3 meses, só para reparar uma coisa simples.
É o canalizador que promete vezes sem conta vir reparar uma rotura e que chega a obrigar-me a passar uma tarde de sábado de Verão em casa, à espera dele, mas não aparece nem telefona.
É o amigo que promete (sem eu pedir), transportar-me um volume grande mas que deixa passar os meses sem o fazer. E vai reiterando a promessa sem a cumprir. A primeira oferta é muito bem vinda – escuso de pagar a uma empresa de mudanças – penso eu. Depois, já presa de tão amável oferta, quero livrar-me dela mas acanho-me – parece mal recusar, posso parecer mal-agradecido. Por fim, já no limite da paciência, contrato uma empresa de mudanças e arranjo uma desculpa para dar ao amigo, como precisar urgentemente da mudança e não ter conseguido contactá-lo.
O empata é um chato. Não sei se é só despistado ou se faz de propósito e se fica a rir. A técnica da sedução e do embuste fazem lembrar o conto do vigário. O seu lucro parece ser esta dependência que manifestamos em relação a ele.
O empata é o gajo amigo que está sempre pronto a oferecer-se para tratar do nosso problema. «Deixa que eu trato disso», «Trago-te isso amanhã», «Isso é simples – deixa que eu reparo». Estas são algumas das frases mortíferas do empata. Esta disponibilidade junta com a amizade produzem efeitos devastadores. Ao contrário do que nos parece ao princípio, o empata não é nosso amigo, é amigo da onça.

21.10.04

Best of... Outubro de 2003 

Em Alter 7, [um planeta paralelo distante] há 55 anos, Salazar cedeu às pressões de Churchill para criar um estado judaico nos Açores. Muitos anos passaram e muitas lutas aconteceram desde então. Agora os portugueses estão confinados a dois territórios principais: um que abrange uma faixa costeira que vai desde Aljezur até V. N. Milfontes e outro que engloba as Beiras interiores e Trás-os-Montes. Ainda assim, foram estabelecidos colonatos [judaicos] na Cova da Beira e no Vale do Cachão. Uma barreira de betão e arame farpado electrificado está entretanto a ser levantada aos poucos ao longo desta suposta fronteira. De vez em quando, um português faz-se explodir dentro dum autocarro cheio de hebreus em Lisboa ou noutra das cidades hebraicas. A esperança morreu há muito nos seus peitos.

Enchendo 

20.10.04

Falências bloguísticas 

Isto de blogar não é tão linear como parece. A maioria sente algum compromisso perante os seus leitores e avisa que não vai postar uns dias por ir de férias ou outro motivo e pede desculpa quando está uns dias sem postar. E justifica-se. É bonito. E não claramente necessário.
Nos antípodas (ou talvez não) estão os que desaparecem sem dizer nada. Volta-se ao seu blog uma e outra vez e… nada. Fica-se sem saber se algo de grave lhes aconteceu. As empatias criaram-se e os leitores preocupam-se.
Pior um pouco (acho eu), são os que, embora avisando, acabam com o blog e apagam todos os seus posts. Aqui, o sentimento não é de preocupação mas de perda. É uma dupla perda. Nem blog, nem posts. Que mperda! É como se houvesse vergonha ou arrependimento pelo que se escreveu. Cada um terá as suas mais respeitáveis razões, mas blogar cria responsabilidades perante os leitores.
No fim, cada blogador tem liberdade total para decidir sobre o seu blog e isso é inestimável.

18.10.04

«E em que é que isso contribui para a minha felicidade?» 

É tão ridículo informar os utentes do Metro, pelo novo sistema de vídeo-TV, de que houve uma série de acidentes numa estrada de Maryland – Estados Unidos, como informar os habitantes da Pampilhosa da Serra, pela Rádio, de que a fila na entrada Sul de Lisboa já chega à 2ª ponte do Feijó. Ambas as situações acontecem e ambas são ridículas.

Simetria imperfeita 

16.10.04

Método revolucionário de aprendizagem 

Além das crenças do viver colectivo que todos mais ou menos alimentamos, cada um tem algumas crenças muito suas. Eu creio que se dormir com alguns livros na mesa-de-cabeceira meses a fio sem os ler, esta simples proximidade associada ao estado de disponibilidade cerebral que o sono permite, acabará por me transmitir os conhecimentos que aqueles livros contêm. Verdade seja dita que as pessoas que comigo convivem acham esta minha crença infundada...

14.10.04

Bela varanda! 

Já viram as varandas, os terraços, os alpendres, bonitos, com belas vistas que tanta gente tem e não utiliza? Compram a casa e fazem questão que tenha varanda e imaginam os belos pedaços de tarde que lá vão passar. Passados uns anos, estão a fechá-las, às varandas, que sempre dão para guardar umas coisas e sempre protegem do ruído. Há aqui um conflito. Quer-se a casa próxima da rua principal, da estrada, para ter acesso fácil, para se ver quem passa, para se exibir a linda casa com a invejável varanda. Mas quem pode lá estar, na varanda? Passados 10 minutos, o pó, as estridências das motos, ou simplesmente o ronco monótono dos automóveis levam-nos para dentro.
O automóvel, com a presença maciça actual, com os sinais exteriores de mau comportamento habituais, é um vizinho que nos faz a vida cinzenta, mas que ainda não conseguimos evitar.

12.10.04

Abre os olhos 

Pensa o mundo não dependente do petróleo – pensa o fim das guerras do petróleo!

Fecha os olhos 

Imagina que já não se usam motores de explosão nos automóveis – imagina os cheiros do ar – imagina o silêncio!

11.10.04

Um «génio» incógnito :) 

Numa série de posts que publiquei em Fevereiro, eu discorria sobre o tamanho do Universo e a velocidade das galáxias, apoiando-me em cálculos rudimentares e gráficos ainda mais frustes, aplicados às descobertas de Hubble e às minhas leituras de leigo. Cheguei às seguintes «conclusões»:
– No momento do Big Bang, o Universo não era um ponto mas tinha sim uma «largura» de cerca de 18.000 milhões anos-luz.
– A constatação de Hubble de que cada galáxia tem tanto maior velocidade de afastamento quanto mais afastada está de nós, deveria ter colocado a hipótese de que as galáxias aceleram à medida que se afastam do «ponto» do Big Bang.
Este sábado, na 2, vi de relance um Prof. Orfeu do Técnico a divulgar a surpresa de se ter constatado que uma sonda (Pioneer 10), lançada há mais de 30 anos para fora do Sistema Solar está a ter um comportamento inesperado: – está a acelerar.
– Uma hipotética aceleração das galáxias obrigaria a refazer a imagem que actualmente temos do Universo, Big Bang incluído! As galáxias poderiam não ter sido «disparadas» do «ponto» Big Bang, mas estarem a ser atraídas por algo. O que colocaria questões mais difíceis de responder: como caracterizar esse algo e qual a geometria do Universo?

P.S. - Neste link está resumida a questão da anomalia das sondas Pioneer.

10.10.04

Pinheira 

9.10.04

Relação mórbida  

Entre a prática de inúmeras praxes académicas por esse país fora e Abu Ghraib, há apenas uma diferença de grau. O que não é de somenos. O objectivo apregoado é o de integração dos caloiros na comunidade dos estudantes dessa escola ou faculdade. Mas, há quem ache que é a maneira mais difícil, devido ao receio que provoca – há estudantes a evitar a escola por semanas. Por má formação dos veteranos ou pela dinâmica própria duma relação onde uns têm poder e os outros têm de obedecer, as coisas descambam frequentemente para o abuso e a humilhação. Alguns furos abaixo de Abu Ghraib, felizmente.

8.10.04

«Ó meus amigzz!» 

O caso da presumível censura ao Prof. Marcelo faz-me rir.
Uns dizem que nem pensar em censura – fazem-me rir. Não tinham era tido a desfaçatez de a reclamar de viva voz por um ministro. Encomendavam-na pela calada dum telefonema.
Outros atiram-se ao ar por esta excepção ao estado de liberdade de expressão – fazem-me rir. Excepção? Liberdade de expressão? O caso só se tornou notado devido ao estatuto deste comentarista. E todos os outros comentaristas dispensados e todos os jornalistas emprateleirados?
Não esquecendo que a censura começa na selecção dos próprios comentaristas. Quantos comentaristas conheceis que não tenham conotações com os partidos do Governo ou da sua alternância?

7.10.04

Cheney e Edwards – dois miasmas da mesma ameixa podre 

No debate destes 2, Edwards afirmou que também ele acha que «Israel tem o direito a defender-se dos ataques terroristas». Isto quer dizer que também o Partido Democrata americano acha que o problema do Próximo Oriente é única ou prioritariamente o bombismo suicida. Não falam da brutalidade israelita, não reconhecem que Israel é uma potência ocupante nem aceitam o direito moral de qualquer patriota a lutar contra o ocupante da sua terra. Não há candidatos clarividentes nos States?
Porque se põem ao lado da iniquidade? Ganhe um ou outro, vão continuar a apoiar a matança, vão continuar a lançar o terror sobre as populações da Palestina e do Iraque, com exército próprio ou interposto.
Que desilusão!

5.10.04

Declínio nacional 

Já passaram 3 meses desde o fim do Euro 2004. As bandeiras impressas em papel desbotaram. O vermelho está muito sumido e o amarelo desapareceu completamente, quer da esfera armilar, quer da parte verde, ficando nesta área apenas a componente azul da tinta verde. Ironicamente, esta bandeira desbotada que ainda enxameia montras e janelas assemelha-se à bandeira da monarquia derrubada há 94 anos.
O 5 de Outubro foi uma revolução. Os seus adeptos defendiam valores de maior igualdade social. Poderiam eles rever-se nesta sociedade, onde a separação entre ricos e pobres se torna fosso, onde os escândalos são diários e até gozam do glamour da impunidade, onde as reformas estruturais são meros remendos conjunturais, como disse Sampaio? - Que haja alguém com coragem para dizê-lo e com prestigio para ser escutado!

Sampaio falou hoje em declínio nacional. Que melhor imagem para ilustrar esta ideia, que uma bandeira desbotada?


5 de Outubro

4.10.04

Deserto ou ermo? 

A comunicação social usa indiscriminadamente o termo «deserto», tanto para se referir a uma zona que não sustenta vida vegetal e animal significativa, como para significar uma área que foi abandonada pelas pessoas. Do mesmo modo, fala de desertificação, quer quando o clima na zona se está a alterar para desértico, como quando a população nela tem diminuído drasticamente. É certo que frequentemente ambas as situações andam ligadas, mas também muitas vezes uma zona é abandonada pelas pessoas embora tenha condições para sustentar a vida, permitindo a pastorícia ou até a agricultura. Neste caso, ermo e ermamento são termos que reflectem melhor a realidade caracterizada.

3.10.04

Ermo 

2.10.04

Instrumentos musicais 

Ontem fui visitar o Museu da Música. Não é muito grande, mas ainda assim, mostra 130 instrumentos musicais do seu acervo de 1000. Ali pude conhecer o nome do instrumento de cordas, teclas e manivela que aparece nas arquivoltas dos portais da Catedral de Santiago de Compostela: Sanfona; pude confirmar o aspecto do Olifante, da Espineta e do Saltério; pude verificar que estava enganado em relação à Charamela que eu pensava que fosse um instrumento de percussão; fiquei surpreendido com o aspecto do Corne Inglês, que eu pensava ser semelhante ao Fagote; e com variedades insuspeitadas como o Violino de Bolso. Não dou pormenores. Vão lá ver, que vale a pena.
Muito mais espectacular seria se se pudesse ter acesso ao som de cada instrumento e não apenas ao aspecto exterior. Lá chegarão, digo eu.

1.10.04

Mais 4 anos de guerra 

O Kerry perdeu o debate com o Bush. O Bush fala com convicção e vê-se que acredita no que tem andado a fazer. E fala ao coração maniqueísta dos americanos. O Kerry, sabendo que os americanos querem a guerra, está entalado. Tem que fazer o discurso de «temos que vencer no Iraque. Perseguirei os terroristas e vencerei a guerra ao terror». Ora, é evidente que o Bush é muito mais competente a arrasar países que o Kerry. Para quê mudar se o Bush está a arrasar tão bem?

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