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Universos Assimétricos

Uma História de Agressão

25.3.05

Best of ... Março de 2004 

A nave científica Terris I pousou no 3º planeta do Sol. Os sensores electromagnéticos indicavam que o solo circunvizinho da nave formava uma estrutura regular de pequenos monólitos de secção quadrada, com algumas alternâncias entre brancos e negros. Os cientistas desembarcaram e começaram a explorar a superfície dessa estrutura. Depararam com uma pequena saliência isolada e de aspecto pastoso. Os seus sensores fotoscópicos pareciam indicar que se tratava duma copropoia. Também os seus analisadores químicos de fase gasosa apontavam no mesmo sentido. Então o cientista mais graduado recolheu uma pequena amostra da estranha formação e colocou-a no seu analisador químico corporal de fase líquida. Imediatamente fez um esgar e exclamou agoniado: «Confirma-se. Trata-se duma copropoia de canis lupus local. Ainda bem que não a pisámos, como das outras vezes!»
Apesar dos terrestres calcularem que a probabilidade de um extraterrestre pisar uma copropoia é inferior a 0,00001, isso tem acontecido em todas as viagens de exploração anteriores, razão que explica as suas fugazes aparições.

posted by perplexo  # 00:19
Comments:
Se tivessem pousado mais ao lado, junto às paredes que ladeavam o vale profundo, encontraria, subtis manchas cobrindo as intersecções da verticalidade com a horizontalidade.
Colocadas amostras nos mesmo analizador químico corporal, constatar-se-ia que serem mictoias, de humanus erectos, nada sapiens.
Dizem os especialistas em estatísticas que rivalizam umas e outras.
São estas pequenas coisas que vão destruindo o turismo inter galáctico
 
?Que se passará til, que a nave científica Terris I está há já uma semana poisada em terra e não descola?
 
Férias, mon ami! Relaxantes, molhadas e abençoadas férias! Em zonas onde as copropoias são sobretudo de Bos Taurus. Não há férias como as que se passam na Terra!
 
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23.3.05

Suaves tremores 

Um dos resultados mais curiosos duma tese é chegar à conclusão que a tese não fica provada, que estava errada. Hoje, pretendendo criticar uma afirmação na TV, fiz um post, mas depois tive o cuidado de fazer uma pesquisa na Net sobre o assunto. E a pesquisa levou-me à conclusão que a minha crítica é que estava errada.

O post era este:
«Em Janeiro de 2004, já aqui me insurgi contra o facto de todas as 4 hipóteses de resposta numa pergunta do concurso Quem quer ser milionário serem erradas. Também hoje reclamo pela falta de rigor duma resposta a uma pergunta do Um contra todos.
É certo que estes concursos não têm grandes pretensões e as perguntas tocam frequentemente o mais básico. Ainda assim, há imensas vezes que não sei as respostas. Não é a minha cultura ou a falta dela que está em causa. Parece-me é que um concurso visto por milhares de pessoas tem que ter perguntas com uma formulação correcta e com respostas rigorosas. Vem isto a propósito duma pergunta: «O que mede a escala de Mercalli?» A resposta considerada certa era «A intensidade dum sismo».
Realmente não podia haver confusão com as outras respostas: «A precipitação anual» e outra. Realmente avalia algo relacionado com sismos, mas não é a intensidade. [É, é!] Esta, é medida pela escala de Richter [Mede a magnitude] – escala baseada no registo sismográfico, semi-logarítmica e aberta, porque pode haver sismos mais intensos que aqueles que alguma vez foram medidos.
A escala de Mercalli não se baseia no registo sismográfico. Avalia o grau de destruição provocado por um sismo e tem um máximo de XII (número romano), que equivale a uma destruição completa das estruturas construídas pelo homem. Existe alguma relação entre intensidade dum sismo e destruição por ele provocada, mas essa relação não é directa, porque, por exemplo, a maior ou menor destruição num local depende muito da distância ao epicentro do sismo. A resposta proposta deveria ser algo como: «O grau de destruição dum sismo».»

Está tudo certo, excepto que o «grau de destruição» que a escala de Mercalli avalia, mede a intensidade dum sismo e que o que a escala de Richter mede se chama magnitude dum sismo.
Seria preferível não publicar este post?

Comments:
Oh não, postaste bem...é sempre bom para desenjoar uma discussão interessante sobre o apaixonante tema das escalas de Richter ou de Mercalli...
:))
Tou a brincar, tou a brincar!
Foi um post interessante, sim sra.
abraço
 
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22.3.05

Um amigo americano 

Portas está mais humano aos meus olhos. Já não tem aquela pose arrogante, agressiva, crispada do tempo de governo. Agora, parece-me vê-lo delicodoce, carente de reconhecimento entre os seus. Para fora, desfere ressentimento. E o Freitas está mesmo à mão. Este, por seu lado, ainda não se esqueceu da dívida que os partidos seus apoiantes lhe deixaram nas mãos, aquando das perdidas eleições de 86.
Para Portas, não se pode dizer mal de Bush. Não se pode compará-lo a Hitler, apesar de Guantánamo. Não se pode criticá-lo, apesar de Abu-Ghraib. Há que ser apoiante, apesar do Iraque. Há que venerá-lo, apesar de recusar o TPI. Portas é um pró-americano, uma correia de transmissão de interesses estrangeiros. Uma das primeiras coisas que fez no Governo, foi cancelar um contrato de fornecimento de (helicópteros?) por europeus para o entregar aos americanos, invocando um atraso no fornecimento. Portas representa a voz do dono. A preocupação dele, actualmente, é que a imagem de Bush em Portugal, possa ser associada aos nazis. Apesar do apoio aos actos de extermínio de Sharon. Portas é um espinha-dobrada. Não lhe passa pela cabeça mudar de opinião em relação aos seus mentores. Apesar do morticínio de Fallujah. A cassette diz: «America Uber Alles!» Não é bem um português. É um americano com uma missão em Portugal. Perdido o Governo, vai a correr para o pé do Grande Irmão, que não deixará de ser generoso com tão desvelado defensor.
Em maré de comparações, como se poderá avaliar a sua actuação enquanto esteve no Independente? Poderá ele jurar que não usou nenhuma técnica de propaganda de Goebbels?

Comments:
Gostei!!!
Subscrevo inteiramente.

ps: não poderemos enviar o PP com um selo na testa para os states?via CTT...ou num daqueles submarinos que ele comprou?
É que o ambiente desanuviava um bocadito mais por aqui, e assim como assim os americanos já estão atolados na porcaria, não notavam grande diferença...que achas?
abraço
 
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Teoria das cordas 

Domingo fui ao Museu dos Coches desfrutar dum concerto dum quarteto de cordas. À borla. O Museu está a fazer 100 anos e oferece estes concertos regularmente, este ano. Não pude deixar de pensar que entretanto haveria milhares a pagar «balúrdios» para desfrutar de futebol ou outro espectáculo de paixões primárias. Afinal, já se sabia, algumas das melhores coisas são grátis.
Acontece-me quase sempre ao ouvir música não contemporânea, que a corrente de pensamento vagueia, se afasta para lonjuras, liberta da imediatez que as actividades quotidianas exigem. Surgem planos, sonhos, utopias. Há um reencontro com algo livre e primordial, favorecido pelos acordes que transportam o espírito. Sai-se harmonizado

20.3.05

Ai, Mesopotâmia! 

Palácio de Nimrud

Faz hoje 2 anos que os seguidores de Bush iniciaram a tentativa de saque e destruição do Iraque.

Comments:
No jornal "Público", às vezes, costumam sair notícias deste tipo.
Lembro-me que falavam sobre foi a porta de Ishtar.

É muito triste o que está a acontecer.
 
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18.3.05

Pêro da Covilhã enrugado 

Nem sempre os cidadãos são informados da real dimensão dos problemas que afectam o país. Os governantes camuflam a situação e a comunicação social só consegue fazer conjecturas. A partir de agora, com Sócrates, os cidadãos dispõem dum instrumento de medida muito fiável que detecta não só a existência de problemas, mas também a extensão e gravidade dos mesmos: – as olheiras do primeiro-ministro. Elas são um autêntico gráfico quantitativo do estado do país. E como são extensas e profundas!
Um pêro da Covilhã tão engelhado não indicia nada de bom!

17.3.05

«Hat trick» impune 

Por cima dum ombro, leio num desses jornais que são oferecidos à entrada do Metro que o Porto perdeu 3-1 com o Inter: «Num jogo com muita emoção, os portistas viram Adriano fazer um hat trick».
Será que hat trick significa «chapéu» e o Adriano é portista? Nesse caso, os portistas tinham perdido, MAS pelo menos tinham visto o seu jogador fazer um magnífico golo de «chapéu»!
Mas, não. Percebi que o Adriano é do Inter. E que foi ele que fez essa marosca do hat trick, que pelo nome, deve ser uma grande maroteira. Deve ter sido por isso que o Porto perdeu. E o que é estranho é que os portistas viram tudo e não denunciaram a situação. Parece-me que nem o jogo foi impugnado nem houve nenhuma sarrafusca com invasão de campo!
Eh pá, cada vez percebo menos de futebol! :)

16.3.05

O ambiente sob suspeita 

- Sr. Presidente, temos que assinar o Protocolo de Quioto – pela primeira vez em 10 000 anos, o gelo desapareceu do Monte Kilimanjaro.
- Não assino nada. Se o gelo desapareceu, havemos de encontrá-lo. Ele pode fugir, mas não se pode esconder!

Comments:
E chamem a Cia, o MI5 e a PJ
 
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14.3.05

BATISTUTA! 

O jogador de futebol Batistuta vai abandonar a actividade. É pena, porque era um jogador muito popular. Lembro-me de ver o João Pinto e muitos jogadores de futebol gritarem frequentemente pelo nome dele dentro de campo. Pelo menos era o que me parecia ouvir, assistindo aos jogos pela televisão…

Comments:
No meio de tanta coisa triste e séria, sabe bem uma sonora gargalhada.
Não poderia ele ir para o parlamento ou um qualquer ministério?
 
Nada como uma valente e sonora gargalhada para aligeirar algumas coisas sérias que por aqui vamos vendo.
Já agora, será que não pode ir para um lugarzinho de deputado?
Ou para um qualquer posto sem pasta?
 
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13.3.05

Ah leão! 

Sócrates entrou forte. Inesperadamente, veio falar de problemas concretos numa tomada de posse, em vez dum discurso sobre generalidades. E apontou «soluções» a doer. Alguns já começaram a «miar». O homem está decidido e é bom ver que alguém que agora tem poder para alterar muita coisa parece querer pegar alguns touros pelos cornos. Por mim, tem o beneplácito pelo estado de graça e pela prática corajosa que demonstrou enquanto ministro. Só desconfio das entradas de leão. Às vezes, terminam em saídas de sendeiro.
Vai devagar Sócrates, que temos pressa!

11.3.05

Tribunal sobre o Iraque 

Ontem fui a uma sessão de esclarecimento sobre a Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial Sobre o Iraque. José Mário Branco explicou como surgiu e o que pretende esta Audiência. Depois um outro conferencista descreveu a história da região. Ficou claro que há muito os países ocidentais procuram apoderar-se dos recursos petrolíferos da região. Esta Audiência terá o seu culminar a 18, 19 e 20 deste mês na Torre do Tombo com inúmeros depoimentos e uma provável aprovação dum texto acusatório sobre o inqualificável ataque ao Iraque.
O local onde decorreu esta sessão dispunha de mais de 100 lugares, mas só uma dúzia estavam ocupados, apesar de ter decorrido numa instituição que movimenta milhares de pessoas com certo grau cultural. Não há dúvida que J.M. Branco faz jus ao nome dum seu disco – Ser solidário. Pensei para mim que se calhar só vem a estas sessões quem já está motivado pelo assunto, o que poderia tornar-se em redundância de convicções. Acabou por não ser assim. Uma «chavala» achava que os americanos têm uma genuína vontade de tornar a região num oásis democrático.
Gabo a entrega de certas pessoas a certos ideais, neste caso J.M. Branco e todos os outros que fazem esforços e sacrifícios para denunciar certos abusos. É certo que há coisas que temos dificuldade em calar e ignorar. Este mesmo blog só deve a sua existência à necessidade de afirmar que o que estava a acontecer era uma obscenidade civilizacional e que havia pessoas que estavam a «ver tudo» – como eu.
Na verdade, J.M. Branco e as outras dezenas de individualidades e organizações não estão sós apesar de esporádicas salas vazias. As manifestações de há 2 anos em que milhares (milhões?) de pessoas se manifestaram em dezenas e dezenas de cidades pelo mundo inteiro são disso prova. Apesar disso, a administração americana fez orelhas moucas à opinião pública mundial e só as dificuldades militares no terreno a fazem vir agora pedir ajuda aos europeus. Desejo que esta Audiência seja uma das várias que por esse mundo fora poderão levantar um clamor de protesto suficientemente veemente. Acredito, no entanto, que apesar de todas as derrotas morais, diplomáticas e económicas que já sofreram, só uma derrota militar dos EUA libertará o Iraque. A bem da ideia acarinhada por todas as éticas, religiões e culturas de que, no fim, os criminosos serão derrotados e a justiça triunfará.

9.3.05

Cavalo de Tróia 

A remessa do quadro com a foto do Freitas para a sede do PS não é a criancice que parece. É que na pupila direita vai incorporada uma micro-câmara e na pupila esquerda um microfone…!

Comments:
Essa é brilhante, Pá! mas estragaste tudo... Não era para divulgar.
 
E na ponta do nariz, uma capsula de gaz sarn. Brihante
 
a brincar o digas. tudo é possível. a mim tb me enviaram um cavalo de tróia. não estou exactamente com amnésia. fui apenas vilmente traída e usada pelos diversos órgãos de soberania do meu país.
 
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7.3.05

Adivinha 

O que é que têm em comum:
O CDS que retira o retrato de Freitas da sua sede e o envia ao P.S.,
O padre que nega a comunhão às mulheres que tenham admitido publicamente usar meios anticoncepcionais, e
A resistência iraquiana que elimina os que colaboram com as forças americanas?

A atitude de retaliação que pune os «nossos» que colaboram com o «inimigo»


Comments:
Vivios privados, públicas virtudes
 
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6.3.05

Salvé 

Hoje lembrei-me duma frase de cumprimento colectivo que eu costumava usar há uns anos, quando chegava junto dos meus colegas de trabalho:
- Que a harmonia se passeie entre vós como a brisa da tarde por entre a folhagem!
Tentava usar uma fórmula mais criativa e poética que os estereotipados cumprimentos habituais. Se gostarem, podem usá-la.

Comments:
Salvé!, Saravá!, Hug!, são alguns dos estéreotipos que, de momento, por lá se usam.
As aparentes mudanças que agora vivemos, será que criarão novos?
 
Bom dia!

Margarida porquê? :)
 
Porque me parece que a feiúra desta Patita Feia será mais namorada do Donald que Maga Patalógica!
 
Vou levar isso como um elogio :)

Patita Feia não é perjorativo, mas sim uma fase embrionária de mim própria, almejando, um dia, chegar a cisne...
 
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3.3.05

Objectivo: destrui-los e aos filhos dos filhos dos filhos ... 

Vejam este filme! Mesmo que descontemos o horror propagandístico das imagens, a mensagem é suficientemente preocupante!
(roubado de o Uno e o Múltiplo)

Comments:
Infelizmente a memória (colectiva ou individual) é particularente curta.
Os media, institucionais ou não, encarregam-de de a manter assim, bombardeando-nos com factos que ofuscam o passado.
 
Fazem o que querem e sobra-lhes o tempo!
 
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2.3.05

Crónica social 

O jantar de blogs em Coimbra correu bem. Vieram blogs de regiões tão remotas e ermas como Liscoa, Poarto e Figeira da Fox, mas onde a Intrenet já chega. A reunião deu-se no Café Vera Cruz. Logo ali foi decidido que os últimos a chegar pagavam os cafés.
Depois dirigimo-nos todos para o local do jantar – o Salão Uruguai, uns nos seus carros outros de trólei. Distribuídos por sorteio na mesa em U, cada um leu 1 ou 2 textos do seu blog, que melhor o caracterizassem. Isto durou desde antes da sopa, até meio do lombo, mas ficou-se com uma ideia mais concreta e associada a um rosto, do que cada blog trata, como o trata ou pelo menos do que o seu autor pretende que ele seja. Alguns juntaram o motivo pelo qual começaram o seu blog e algumas peripécias mais curiosas pelas quais passaram nestas andanças.
Dali, fomos para o bar Shmack onde se formaram quatro grupos informais de conversa, enquanto se bebiam uns tragos. Os temas, genericamente, foram: «a dimensão informativa da blogosfera»; «existe vida para lá da blogosfera ou porque é que os bloguistas se encontram fora da Intrenet?»; «aspectos positivos e negativos que o blog tem trazido à minha vida» e «troca de experiências e utilidades bloguisticas várias». Os bloguistas foram saltando de grupo para grupo à medida do seu interesse.
Sem ninguém desandar, fomos até ao Cronos – um bar intrenáutico onde ocupámos todos os computadores disponíveis. Aí, houve lugar para votações informais para eleger alguns aspectos bloguisticos: template mais apelativo, cursor mais criativo, nick mais estranho, melhor nome de blog, blog mais produtivo, etc.
Já noite avançada, despedimo-nos com vontade de mais.
Talvez não tenha ficado claro para todos, mas isto passou-se num universo paralelo mas assimétrico: – Coimbra C. :)

Comments:
espero a sua inscrição no jantar de 2 de abril em lisboa... não me falte hein ;)
bj.
 
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