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Universos Assimétricos

Uma História de Agressão

28.6.07

O criminoso sorridente 



Este indivíduo arrastou a Inglaterra para a invasão do Iraque, sem qualquer justificação legítima, contribuindo para as centenas de milhar de mortos inocentes que a agressão já provocou. Presume-se que para renovar o colonialismo inglês sobre aquela região e «pôr as mãos» no petróleo do Iraque.
Por detrás desta face sorridente está um dos grandes criminosos do nosso tempo.

Saiu agora de chefe do governo inglês, passando o poder a um correligionário, sem eleições. Lá, têm um conceito de democracia muito «volante à direita»...

«O estado a que o mundo chegou», em vez de o esperar à porta e o encarcerar e julgar pelos crimes cometidos contra a humanidade, não, nomeou-o negociador para a questão Israel/Palestina. Pelo menos ficamos com a vantagem da previsibilidade. Sabemos que é pela ocupação como os israelitas, pela agressão como os israelitas, pelo saque como os israelitas, pelo torpedeio do Direito como os israelitas. É mais um agente dos mesmos. A tentar que os Palestinianos algum dia desistam da sua terra.

posted by perplexo  # 18:43
Comments:
Será que ele vai esquecer os massacres que os israelitas infringiram aos soldados britânicos, quando pretendiam ser independentes? Os primeiros actos terroristas perpetrados pelos israelitas foram contra os ingleses estacionados na Palestina. Há coisas que o tempo não apaga.
Um abraço. Augusto
 
Urgente! Ver este link:

http://conversasdexaxa.multiply.com/journal/item/115?mark_read=conversasdexaxa:journal:115&replies_read=1
 
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27.6.07

Eu é que sou a Directora da DREN ! 

26.6.07

A declaração tacanha da semana 


«Se o Berardo, em vez de comprar quadros, comprar jogadores, por mim, fico todo contente.» - João Botelho (realizador de cinema).

Quem vê caras não vê mentalidades.

25.6.07

Espantosa 


Esta escultura de 1992 é da autoria do, mais conhecido como cartunista, Sam e tem o título de Infância. Eu, até há pouco, pensava que era do pintor e escultor colombiano Fernando Botero, cuja característica formal mais evidente é a excessiva rotundidade das figuras que representa.
A escultura está instalada no Jardim do Campo Grande, junto a um lago. Representa uma figura feminina, de seios planetários e nariz pontiagudo, vestida de modo masculino. O nariz faz-me lembrar o focinho de uma toupeira. A figura aperta os enormes seios com os braços, como um tocador de gaita-de-foles aperta o fole da gaita. Quando o sistema está ligado, do bico de cada seio jorra um jacto de água de razoável caudal, formando um arco que termina na superfície do lago.
É bonita, é decorativa, integra-se bem no ambiente onde está implantada, alia a estaticidade ao movimento, surpreende pelo exotismo da forma e pela acção, tem a pitada de luxúria e de lúdico que provoca empatia e alegria.
Acho que está muito bem conseguida. Gosto dela.

Comments:
gosto...

paranóico, moi?

já não é a

primeira

vez

que me chamam ;)

nunca nos encontrámos
ficará para a próxima...
joaquim?
 
Obrigado pela companhia no lançamento. Há momentos que só são importantes quando partilhados com os amigos.
Um abraço. Augusto
 
Uns anos depois, aponto a hipótese mais plausível de que o que, em jogo de ambiguidades parecem seios, podem ser frutos ou hortícolas. Veja-se a forma poligonal da suposta auréola, em vez da forma circular lógica.

Perplexo
 
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22.6.07

Decaimento químico 


Eis um outro exemplo das agressões que sofrem os monumentos nas cidades, desta vez as camadas de poeiras e dos resíduos expelidos pelos escapes dos automóveis (dióxido de enxofre, ácido sulfídrico, ozono, monóxido de carbono, dióxido de carbono, hidrocarbonetos e óxidos de azoto), que se acumulam sobre os calcários de que é feita a maioria dos monumentos de Lisboa e que a pouco e pouco os corrói.

(Ornato de um prédio da Av. Duque de Loulé)

Comments:
é uma lástima, sim!
mas, sabes, gostava que te risses comigo (o que é raro!) Ora tenta.
bom fds
 
e este prédio é tão bonito!!! é uma pena o estado em que se encontra.
 
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20.6.07

Cultura da novidade 


Ok, a escultura do post anterior não é das melhores obras que a Humanidade já produziu mas, ainda que fosse a mais aberrante, ninguém tem o direito a alterá-la, e, desde o momento em que ela foi entregue ao público e se tornou bem cultural colectivo, nem mesmo o artista que a concebeu.

E quanto alguns querem alterar a sua obra! É paradigmática a história dum pintor francês que, tendo uma obra sua num museu importante, mas estando descontente com um determinado matiz que tinha usado, conseguiu a colaboração de um amigo para entreter o vigilante, enquanto pincelava rapidamente a zona em causa com um matiz que achava mais adequado.

Esta escultura foi adulterada e é curioso que essa alteração lhe acrescentou significados. Já não representa só uma virtude ou uma deusa, representa agora também a maneira como esta sociedade lida com as suas obras de arte expostas e o que isso significa de divórcio em relação à arte tradicional e de desrespeito pelo espaço público e pelo outro. Ou o que era uma entidade majestosa e poderosa se ter transformado em vítima impotente. Ou outros sentimentos que nos acodem ao ver esta figura mutilada. É toda uma outra obra de arte que temos perante nós. Que algum artista plástico podia ter concebido, assim mesmo, mutilada. Como no século XIX se construíam ruínas de raiz.

Neste sentido, pode-se questionar se se deve devolver a estátua à sua forma original. Tenho a certeza que se houvesse discussão pública sobre este assunto haveria quem defendesse a manutenção do estado actual da obra. Assim, como está, transmite muito mais da sua história como escultura e da história desta sociedade.

Significa isto que se pode desculpar quem vandaliza esculturas no espaço público? Nem um bocadinho! E é condenável alguma cultura existente de repúdio pelo que está para trás, pela cultura dos pais e dos avós, só porque tem umas dezenas de anos, pelo património, só porque apresenta alguma pátina que o tempo dá.
É sintomático que se estejam a substituir as esculturas em pedra no espaço público por esculturas em bronze e aço. A ver se resistem aos activos interventores de espaço público que por aí obram.

É que, além do mais, não é necessário mais do que 1 monumento ao vandalismo na mesma cidade!

Comments:
...de espaço público que por aí obram.
OBRAM na linguagem popular madeirense
significa defecam sendo que obrar significa na mesma giría defecar ou mais aproximadamente cagar.
Suponho que foi neste sentido que utilizaste obram se não desculpa a interrupção.
Abraços
 
Pois, a escolha deste verbo não foi inocente...
Abraço
 
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19.6.07

Coisa mental 


Alguém vislumbrou esta forma imersa na pedra amorfa, trabalho grandioso, difícil de conceber, doloroso de parir.



(no Parque Eduardo VII)

Outro alguém optou por iniciar a tarefa fácil, mesquinha de a desagregar e devolver ao informe.

Que mente doentia, que espírito atormentado, que alma putrefacta é que enceta a actividade de mutilar e desfigurar uma escultura em pedra tão simples e majestosa como esta?


Comments:
quando a feira do livro estive a ver esta estatua, demasiado degradada, sem dedos, sem braço,
o vandalismo é muito.
a cultura ou a educação infelizmente não é de todos
gostei de visitar o teu blog
 
Até onde pode chegar a frustração de não se ser civilizado.
Um abraço. Augusto
 
Ou, em alternativa, dirá um qualquer deus, sentado num qualquer olimpo: “Maldito bicho aquele, que tem a mania de moldar à sua imagem e semelhança tudo aquilo que moldámos à nossa!”
E a alusão às cores é mesmo a França, que os temas são Liberdade, Igualdade e Fraternidade, e o autor esteve muito tempo a viver nesse país. Aliás, os enredos passam-se por lá. Recomendo!
 
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17.6.07

Comunhão 


Três da manhã, abro a janela. O silêncio está cheio de sons cristalinos. Não se ouvem carros, não se ouvem pessoas, não se ouvem cães. Só o ramalhar nervoso das árvores agitadas pelo vento. E o som claro dos pingos de chuva grossos a esmagar-se no chão. O ar é fresco e revigorante. Se fechar os olhos não posso afirmar que não estou no meio do campo. Rodeado apenas pelos elementos naturais. Um bem-estar primordial invade-me. Deixo-me ficar a fruir o momento. Que é quase mágico.
Quanto tempo pode durar? O que é que o pode quebrar?

Por azar, o estúpido do sistema automático de rega municipal, programado para as 3 da manhã, arranca, num desvario de ruídos artificiais, quer esteja tempo seco, quer chova!

16.6.07

A ineficácia panfletária 


O efeito político e social de uma obra é tanto mais forte, quanto menos ostensiva parecer a intenção, quanto menos fizer apelo à aceitação. Uma intenção nua, crua e directa provoca um distanciamento, levanta suspeitas e estimula a oposição, enquanto a ideologia latente e disfarçada, o opiáceo contrabandeado e o veneno secreto não recomendam qualquer cuidado e actuam sem se dar por isso.

A vontade universal, designada por ideologia, está completamente inserida na estrutura estética e inteiramente desligada, no seu todo, da criação artística.

Uma intenção revolucionária parece sempre um acrescento do exterior à representação e nunca deixa de ser sentida como um corpo estranho, não integrado na obra.

Arnold Hauser, A Arte e a Sociedade.

13.6.07

Consumo de massas 


No «consumo de massas, a qualidade estética do produto não deve ter outro objecto senão o de incrementar o consumo e apressar a subs­tituição dos tipos. Visto que o consumo de massas não deve encontrar limite nas necessidades reais dos consumidores, a qualidade estética do produto deve suscitar necessidades fictí­cias, mas nem por isso menos estimulantes, e substituir por impulsos as escolhas justificadas por necessidades reais e por juízos de valor. Segue-se-lhe a degeneração do design em styling, que se nota especialmente na produção americana: o styling, que consiste em dar ao produto as conotações formais que o tornam mais apetecível, estimula as necessida­des e os desejos inconscientes dos consumidores (e principalmente a aspiração a um prestígio social convencional e a afirmação da própria potência) e traduz-se, assim, na expres­são visível dos piores instintos do indivíduo, ao qual, de resto, não é deixada outra possibilidade de afirmação. O styling reproduz assim macroscopicamente, num estado de industriali­zação avançado e de supercapitalismo, o “mau gosto”, a de­cadência estética do Kitsch do estádio páleo-industrial.» - Giulio Carlo Argan, Arte e Crítica de Arte.

10.6.07

Escrita criativa 

Comments:
Pelo menos cria apetite.
Um abraço. Augusto
 
A mais criativa é a última... mas eu é q sou vegetariana!
Beijinhos
 
Pois é, não sei não!
Cá para mim a primeira linha soa-me a política!
memórias, que querem, que continuam por cá pairar!
 
O que interessa é se é bom ou não?

Recomenda-se ou a qualidade é inversamente proporcional ao rebuscado do texto?
 
Não sei!... Só fotografei o menu. Coisas de tesos. :)
O ambiente parece agradável e é calmo, ou não fosse o restaurante do antigo Convento do Espinheiro, perto de Évora.
 
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7.6.07

Best of ... Junho de 2006 


Desorientação sem desnorte

Nos meus passeios ou viagens, visito com frequência os museus da zona. E gosto de trazer, pelo menos, um postal, como estimulador futuro da memória dessa visita. Mas nem sempre é fácil trazer essa lembrança. É certo que tenho tendência a afeiçoar-me a uma imagem que não é «gosto maioritário» e logo não foi contemplada na escassa selecção de edição de postais. E nestes, geralmente, verifica-se o que diz Lima de Freitas: as edições são pequenas, esgotam rapidamente e depois passam-se anos até voltarem a ser impressas. É confrangedor, especialmente para um tempo em que os museus precisam de entrada de verbas como do pão para a boca, numa área onde a venda de gadgets pode representar entrada de somas não despiciendas.

«…há um ror de anos que pouco mais se descobre, nas vitrinas sumárias, que uma meia dúzia de postais, rapidamente esgotados (…) Não iria, por certo, sonhar com esses verdadeiros armazéns de vendas do Louvre ou do Prado (…) onde os volumes luxuosos assustadoramente perfeitos (…) onde também encontramos ao milheiro, à tonelada, o mesmo em formato de bolso, em várias línguas, ou em álacres exércitos de postais, de estampas de todos os tamanhos (…). E Portugal?
Pois bem, em Portugal ninguém tem tempo para tais coisas, quer lhes chamemos instrumentos de cultura ou produtos da indústria livreira, fonte de receitas e divisas ou objectos de deleite, consoante a tineta de cada um; e mesmo se, por absurdo, houvesse tempo para semelhantes actividades editoriais, por parte de particulares ou por parte do Estado, nada aconteceria ainda, simplesmente porque “não há verba”».
Lima de Freitas – 1992

Teixeira Lopes, A viúva


Outra barbaridade, que não se entende, é a impressão de imagens rodadas horizontalmente (imagem de espelho), quer em postais, quer em livros, escolares ou não. Que não são tão raras como isso.

Esta, adquirida em postal há meia dúzia de anos, é a imagem de espelho da espantosa escultura naturalística de Teixeira Lopes, A viúva, de 1893.

Ainda pensei que essas impressões rodadas fossem toscas tentativas de proteger direitos de imagem genuína, mas já me informaram que se trata apenas daquelas pequenas faltas de rigor em que Portugal é fértil. Não sei se a incompetência é do gráfico e da sua hipotética negligência ou se é do responsável por indicações claras ao gráfico e sua hipotética abstenção.

Como se fosse indiferente que uma figura esteja a olhar para a esquerda ou a olhar para a direita! Como se a cultura ocidental e o estruturante sentido de leitura da esquerda para a direita não determinasse significados distintos, conforme essa orientação!

4.6.07

Choque competitivo 


Estou a ouvir na televisão um ex-ministro a repetir ignaramente «competividade», querendo significar «competitividade». Nem lhe divulgo o nome porque agora em Portugal pode-se ser condenado por revelar algo, ainda que seja verdade, e porque «competividade» tem sido uma calinada frequentemente utilizada por muitos outros opinantes e comunicadores nacionais.
Mais uma vez, não é grave mas já chateia.

Comments:
Venho revelar algo que é verdade, e espero não ser preso. O concurso de contos está a ser um êxito. Já te enviei dois emails sobre o problema na inscrição. Tenta entrar com a password que forneceste ao fazer a inscrição. Tenho permissão para aceitar a inscrição mesmo sem confirmação. Aceitei todas as pendentes, de modo que o teu deve estar incluído.
Abraço
 
Criei um blogue de opinião que agora estou a divulgar.
Se tiver interesse, não deixe de fazer uma visita: http://www.cegueiralusa.blogspot.com/
Caso goste, por favor divulgue, pois pretende ser mais um espaço de discussão em busca de uma cidadania mais activa.
O meu muito obrigado.
Com os melhores cumprimentos,
José Carreira
 
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3.6.07

Não havia necessidade 


Foram estes os preparos com que Ramos Horta se apresentou, há dias, na mesa de voto das eleições que o elegeram Presidente de Timor-Leste.
Não havia necessidade de fazer figura de evangelizador.


Não foi por isto que ele ganhou as eleições, certamente, e fico satisfeito que tenha ganho com uma indiscutível maioria de uns 69%. Essa maioria indiscutível é meio caminho andado para evitar alguns estúpidos conflitos, dos muitos que têm enlutado aquele pedaço de mundo.


Comments:
Hoje o motivo é outro.
Tenho o prazer de convidar a estares presente na sessão de lançamento do meu livro “Onde estiveste, Jesus?”, que terá lugar no dia 21 de Junho de 2007 pelas 19h.30 no Bar Ondajazz, na travessa Arco de Jesus, 7 - Campo das Cebolas. Lisboa
Um abraço. Augusto
 
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2.6.07

Concurso de contos 


AQUI, até 23 de Junho.
Para os preguiçosos, um concurso é um bom empurrão para os pressionar a fazer alguma coisa. Para os outros é uma oportunidade de mostrar o que vão fazendo.

1.6.07

A sede é tanta … 

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