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Universos Assimétricos

Uma História de Agressão

29.4.10

Cuidado! 



Os analistas económicos têm andado a alertar para a chegada iminente do terrível pássaro pica-miolos.

Como sabem, é um pássaro que vive habitualmente no deserto e que ataca as vítimas picando-lhes os miolos. A única defesa que resta a estas é enterrar a cabeça na areia. A defesa parece boa porque o pica-miolos não tendo acesso aos miolos da vítima, limita-se a aproveitar o ânus exposto.
É certo que a vítima mantém a esperança de sobrevivência, calculando que o pássaro tem muito que picar até chegar aos miolos, mas… só os miolos interessam? Afinal, duma maneira ou de outra, o pássaro ganha sempre. Não terá sido um especulador económico que divulgou tão estranha forma de defesa?

O que é que você está disposto a entregar? Você decide.

posted by perplexo  # 02:47
Comments:
Há muito que não me lembrava desta!
 
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25.4.10

A principal revolução do 25 de Abril foi no feminino 



No campus da FCT, na outra banda.

20.4.10

Depois, admirem-se 


que eu veja sexo em tudo!



Josep Niebla no Palácio Galveias há um ano.

15.4.10

Agarra, que é honesto! 


Há dias, fui com a família à revista, aonde já não ia há uns vinte anos.

Num site, informei-me previamente que o preço dos bilhetes variava entre 30 e 12,5 € e calculei que 20 € era o bilhete que me interessava. Na bilheteira, perguntei se ainda havia bilhetes à volta de 20 € e disseram-me que sim: 22,5 e 17,5. Comprei de 17,5, que os outros já excediam o limite programado.

Lá dentro, sentámo-nos, verificando que ficávamos quase no fim da sala, mas esperando ser rodeados por muita gente, que o foyer prometia. Assim não foi.

As primeiras 10 filas – as dos 30 € – estavam integralmente ocupadas, depois havia um vazio de 13 filas – 10 filas de 25 €, mais 3 de 22,5 – e depois estavam 3 aves raras – nós – que parecia que tinham feito voto de eremitismo e não gostavam de vizinhos, ou talvez preferissem rir por últimos no teatro de revista.

Foi uma situação deveras bizarra. Nessa altura, senti-me o mais ridículo dos pelintras.

Tinha calculado que o espectáculo duraria aí uma hora e meia, de modo que, quando vieram todos agradecer à boca de cena, umas duas horas e meia depois do início, estava firmemente convencido de que acabara, quando um altifalante anunciou: intervalo!

Holy shit!

Quando regressámos, ainda que correndo o risco de nos chamarem a atenção, sentámo-nos, decididamente, logo a seguir às filas ocupadas. Continuámos a ser os últimos a rir, mas já não com o estatuto de telespectadores.

O espectáculo durou quase 4 horas. Ay, caramba!
Gostei bastante da revista, com quadros de orientação vária, apreciei o esforço profissional de todos, bailarinas incluídas, e o esforço de investimento em inúmeros cenários e guarda-roupa. Embora as salas já não tenham as enchentes de antigamente, haveria, ainda assim, uns 150 ou 160 espectadores.

10.4.10

Este é que é Domingos Névoa, alegadamente. 




"Nisto não sou virgem. Conforme faço uma escriturazinha rapo dois mil euros aqui, dez mil acolá. Ponho isto num cofre para a gente ir fazendo umas ratices".


"Hei-de continuar a fazer o que fiz até hoje".

6.4.10

Best of... Abril de 2009 


A lata do homem!

Barack Obama, numa missiva aparentemente magnânima, veio dizer que para os Estados Unidos levantarem o embargo a Cuba que já dura há quase 50 anos, esta deve mostrar progressos, em termos de Direitos Humanos.
É preciso ter muita lata, o presidente dum dos países mais tenebrosos neste domínio – que tortura prisioneiros, que desapossou a maior parte dos seus cidadãos do acesso a cuidados de saúde pública, que exerce uma vigilância paranóica sobre os seus cidadãos – vir falar de Direitos Humanos. É como se o violador austríaco da filha durante 24 anos viesse dar lições de vida familiar aos outros.
Se alguém pode ter autoridade para falar de Direitos Humanos em Cuba serão as ONGs dedicadas ao problema e nunca o causador da grave agressão aos Direitos Humanos que é o embargo a Cuba.

O embargo é criminoso, causou muito sofrimento e morte. Se Obama não quer ser cúmplice só tem que o levantar. Ponto.
E, de caminho, tire o rabinho de Guantánamo, que não lhes pertence.

2.4.10

Assimetrias 


Segundo o meu entendimento, apoiado nas observações que faço nos meus passeios por este país, o Sul está mais negligenciado pelo investimento público. A zona da Bairrada, por exemplo, que visito com frequência, tendo uma rede densa de estradas – motivada pelo tipo de povoamento disperso – quase todas elas têm razoáveis dimensionamento e manutenção. Aqui, perto de Mértola, vejam a largura da estrada, a que houve que anexar pequenas escapatórias para o cruzamento de viaturas.



Reconheço duas explicações para esta discrepância. A primeira parece lógica; é que no Sul a densidade populacional é muito mais baixa que no Norte, pelo que as receitas fiscais são proporcionalmente muito mais baixas, pelo que o orçamento para obras nestas regiões recebe menos dinheiro.
O que parece lógico torna-se menos lógico se equacionarmos o facto de que também a rede rodoviária no Sul é proporcionalmente menos densa, e logo, menos cara. Se calhar, pode-se falar em metros de estrada por habitante. Não sei, mas suspeito que este valor será mais alto no Norte.

A minha segunda explicação lida com o desnível do número de votos envolvidos – alto no Norte, baixo no Sul – a que se deve juntar o sentido tradicionalmente pouco amigável do voto do Sul para com os partidos que têm tido à sua disposição o queijo do Orçamento.
Seria – é – uma tristeza que o Governo não seja de todos os Portugueses.


Comments:
aparte o Algarve que comentas e eu desligo, olha-me este acso de andar procurando sei lá eu oquê no meu blog e dou com um perplexo (tu?!!!) aqui isto:"h, marafada que escreves bem como o raio. Que inveja!!
Bj"
e eu pergunto a inda achas?! e por onde andas? concorreste na UOL? diz coisas por mail sff :)

que me deixou perplexa
 
perdoa os erros...
 
perdoa os erros...
 
Alô my frend, há quanto tempo!
É so pra dizer que o meu mail é toixdasilva(arr.)gmail.com
Aquele abraço
 
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