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Universos Assimétricos

Uma História de Agressão

31.8.10

Borges 




Este texto está inscrito num monumento a Jorge Luís Borges – que era descendente de portugueses – no novo jardim do Arco do Cego.

posted by perplexo  # 20:41

28.8.10

O esbracejar do interior 




O interior consegue, às vezes, promover encontros internacionais inesperados e muito interessantes. Nesta feira de Idanha-a-Nova (em Setembro de 2009), vi sevilhanas em despique com “almurtaneiras”, berberes, várias variedades de cavalos e até, caramba, camelos. Os ensaios de duelos medievais tinham uma certa vivacidade.

25.8.10

Um Governo que faz isto deve ser corrido. 


O Governo enfiou mais de 2500 milhões de euros no falido BPN. Agora, para “recuperar”, vai reprivatizá-lo aceitando como bom um encaixe de 180 milhões de euros.

Alguém anda a gerir mal os nossos dinheiros.

O Governo aceita fazer o Estado perder mais de 2300 milhões de euros, para “salvar o sistema financeiro”, conforme justificou quando fez aquele ruinoso movimento interventivo. E acha normal que quem pague o salvamento do sistema financeiro seja todo o povo e não o sistema financeiro.

Lógico seria que quem suportasse o sacrifício fosse quem dele beneficiou – o sistema financeiro.

Ainda por cima, é um sector que pode suportá-lo, porque

todos os dias ganha quase 8 milhões de euros, só em comissões.

Que sentido faz isto: salvar um crocodilo atirando-lhes os nossos filhos ou o seu futuro, em vez de serem os outros crocodilos a atirarem-lhe as suas sobras?

Um Governo que faz isto deve ser corrido.

23.8.10

Antes dos incêndios 




O Estado Novo fazia umas casas para os serviços florestais muito pitorescas. Ternurentas.

(Foto: alto da Gardunha, do lado do Fundão, subindo por Donas e Alcongosta)

Comments:
Esta, pelo menos, está em bom estado e parece habitada. Mas a maioria está ao abandono. Conheci uma no Gerês, no tempo em que lá morava o guarda florestal e a família. Esse edifício é agora uma ruína.
 
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20.8.10

Ponte medieval 




A funcionar

(Foto: S. João de Tarouca)

17.8.10

Crise dos 7 anos 


Faz hoje 7 anos que me casei com este blog. Muitos falam de crise; eu não me queixo. Faço o que sempre quis - dizer o que quero. Pelo meu prazer e pela possível utilidade dos meus alertas.

Se alguém o lê, pouco me preocupa. A árvore na floresta não deixa de rumorejar, mesmo que saiba que ninguém a ouve.

Além disso, gosto do meu rumorejar.

Se algum viandante se perder nesta floresta, espero que encontre perpectiva nalgum destes sussurros e alento para seguir o seu rumo.

15.8.10

Recomendo 


Não é meu hábito promover artigos comerciais, mas por vezes deparamos com "ovos de Colombo" que nos facilitam a vida e queremos partilhar.
Este copo serve para fazer brasas. Enche-se de carvão, pousa-se o fundo sobre uma acendalha acesa e pronto. Daí a uns minutos todo o carvão está em brasa. Despejo-o no fogareiro e asso o almoço. Se o grelhado for grande, repito a dose ou misturo carvão no fogareiro, que, com todas estas brasas, se acende rapidamente.
Antigamente, passava horrores, com o carvão a demorar muito tempo a ficar em brasa, enquanto parte dele se transformava em cinza, sem cumprir qualquer função.
Recomendo. No Jumbo. 5 €.


13.8.10

Um mundo de gigantes 



Existe uma comunidade de gigantes em Mamarrosa, perto de Oliveira do Bairro?
Se não, por que um urinol tão elevado? (Não, este tipo não é anão.)

Simples. Esta especialidade está instalada num restaurante que serve banquetes de tal exuberância que os convivas, por vezes, vão à casinha para... vomitar. E, convenhamos que dá mais jeito se estiver à altura do peito...


11.8.10

Instalação? Performance? Não, escultura 


A escultura contemporânea, com acesso e uso de materiais que imitam o aspecto e a textura dos tecidos orgânicos, produz hiper-realismos inquietantes:



(Foto colhida na Arte Lisboa 2009)

9.8.10

Best of... Agosto de 2009 


Rasteiros, não!

Dia 9 passado, fez anos que os americanos lançaram a segunda bomba atómica sobre o Japão. A primeira tinha sido três dias antes, sobre a cidade de Hiroxima.Num noticiário da RTP 2, deste dia 9, a jornalista pivot e a responsável pela peça usaram duma série de eufemismos para encobrir os autores do massacre. Usaram subterfúgios tão ridículos como «Passados três dias caía a segunda bomba, desta vez sobre a cidade de Nagasaqui». Parecia que estavam a falar de uma catástrofe natural cujos responsáveis fossem os «irresponsáveis» elementos - uma espécie de meteorito atómico. Em nenhum momento, da sua boca saiu a verdade completa, em nenhum momento referiram sequer quem tinha desencadeado a mortandade - os do costume.

É cobarde, é obsceno, é rasteiro. Talvez salvem o emprego, mas estão muito enganadas se esperam ter o nosso respeito e a nossa compreensão. Precisamos de informação isenta. Rasteiros, não!

Comments:
Ouvi apenas alguém dizer que quem as fez não as usou, e quem as usou não fez...
 
Ouvi apenas alguém dizer que quem as fez não as usou, e quem as usou não as fez...
 
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7.8.10

Caim, o despeitado 


Esta escultura de boa qualidade naturalista está muito recatadamente colocada no Parque do Monteiro-Mor, anexo ao Museu do Traje.
Faz lembrar «O Desterrado» de Soares dos Reis, mas intitula-se «Caim» e é de um escultor menos conhecido, duma família que detinha uma conceituada fábrica de mármores decorativos na zona de Santos, de que se me varreu o nome.



Comments:
A certo momento, disse Caim: Este Mundo não tem Lei nem Juiz!...
 
Moreira Rato.
perplexo
 
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5.8.10

Museu do Teatro - 3 


Nos jardins, também se encontram algumas curiosidades interessantes, como estas maquetes usadas numa peça, inspiradas nas «Tentações de Santo Antão" do Bosch.



3.8.10

Museu do Teatro - 2 


Alguns dos projectos de cenografia expostos no Museu do Teatro têm qualidade pictórica mais que suficiente para figurarem num museu dedicado à pintura.



1.8.10

Museu do Teatro - 1 


Antes do terramoto, existia um teatro na baixa lisboeta, inserido num pátio, na zona da Rua da Prata, entre as ruas de Santa Justa e da Assunção.




Do site do Museu do Teatro, retiro o seguinte:

Merece aqui destaque (...) o Pátio das Arcas (ou Páteo da rua das Arcas), inserido e aproveitando um pátio e a sua envolvência urbana, à semelhança dos pátios (ou currales) madrilenos, fazendo-se a entrada em alguns dos camarotes através das habitações já aí existentes. Este teatro, com origem no início do sec. XVII e que se situava mais ou menos entre as actuais Rua da Betesga e Rua dos Fanqueiros, quase sempre utilizado por companhias de teatro espanholas, passa por diferentes fases de evolução arquitectónica e de crescimento (mas também por alguns períodos de decadência, com alguns pequenos incêndios pelo meio) até 1755, quando é totalmente destruído pelo grande incêndio que se segue ao terramoto de 1 de Novembro.
Também neste trágico dia desapareceu uma outra jóia da nossa arquitectura teatral, o teatro Ópera do Tejo, que fazia contraponto social, em termos de público e reportórios, com o Pátio das Arcas.


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