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Universos Assimétricos

Uma História de Agressão

22.6.11

estacao.do.rossio@lisboa.pt 



A língua portuguesa, com a sua parafernália de cedilhas e acentos vários, é obrigada a corromper-se para ser aceite no universo Internet.
Curiosamente, as cedilhas e os acentos já davam problemas noutras situações, mas que eram resolvidos com criatividade, como no exemplo desta porta da Estação do Rossio, em Lisboa. (Clique na imagem para ver os pormenores)

posted by perplexo  # 22:21
Comments:
O tempo em que os canteiros tinham arte...
 
O tempo em que os canteiros tinham

dores nos espinhaços?
 
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21.6.11

Tomada de posse do novo governo 





Declarações de voluntarismo e sacrifício

Comments:
Até fez chorar as pedras!
E vai em económica para Bruxelas... a demagogia não podia ter começado melhor!
 
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15.6.11

O matraquear nuclear 

Comments:
Arrepia!
 
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10.6.11

Best of... Junho de 2010 


(Um post terrivelmente desactualizado)

Este Governo não é nosso

O Governo voltou a errar onde já tinha errado profundamente. Entregou 450 milhões de euros ao BPP, depois de ter atirado mais de 9000 milhões (segundo as últimas pesquisas) para o BPN.

Estas acções de esbanjamento dos dinheiros públicos não é justificável por nenhum tipo de solidariedade (como podia, sendo entidades privadas?), nem por nenhum tipo de teoria capitalista pura e dura. É só perda irremediável e deliberada.

Presumindo que o Governo não é tão burro como este comportamento sugere, conclui-se que o faz para favorecer a oligarquia de que, provavelmente, é testa de ferro. Numa palavra: corrupção.

Comments:
Limpinho!
 
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6.6.11

Sacanas sem lei 


Após a emissão especial de eleições, a TVI arrancou com a exibição do filme "Sacanas sem lei".

Bem escolhido. Foi uma sequela coerente com o período em que temos vivido.

Espero que não seja também uma premonição dos tempos que se avizinham!

Comments:
Será que devo subir a TVI na minha consideração?!
 
Eh, eh!
 
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4.6.11

A acampada que quase não existiu 


Hoje o país ficou a saber que há semanas existe uma acampada no Rossio, porque a polícia foi lá desmontar a instalação do pessoal que esperava fazer ali uma réplica da acampada de Madrid.

O pretexto da polícia foi de propaganda activa em período de reflexão. Pelos vistos, alguém deu ouvidos aos defensores estrénuos da legalidade reaccionária, como Pacheco Pereira que já tinha rosnado lá no blog dele.

Este post, no entanto, pretende sobretudo realçar a diferença de tratamento deste fenómeno pelos meios de comunicação social. Foram extraordinários a divulgar a manifestação da “Geração à Rasca”, vá-se lá saber por quê!
A partir daí, foram quase silenciosos em relação ao “Movimento 12 de Março”, daquela resultante. E a esta acampada, vá-se lá saber por quê!

Devido à dimensão – dirão – mas eu acho que é porque nenhuma oposição com capacidade de pressão económica está interessada, neste momento, na enfatização do fenómeno.

Nota: Quem quiser obter alguma informação generalista sobre os movimentos referidos, dê uma espreitada no blog 5 dias.

Comments:
O "His master's voice" continua a funcionar às mil maravilhas!
 
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3.6.11

Ementa escondida 


Acredito que o castigo, para ser pedagógico, deve ser aplicado na hora. E acredito que as acções faltosas devem ser punidas de acordo com a gravidade respectiva.

Embora acreditando, também, que o castigado deve saber por que está a ser castigado, nem sempre sou assim tão pedagógico. Eu explico:

É quase certo que não entro em loja que exponha os artigos na montra sem preço. É quase certo que não entro em restaurante que não tenha a lista à porta. Estes estabelecimentos jogam nas águas turvas da ocultação de preços altos e da incomodidade do cliente em sair do estabelecimento depois de se sentar.
A maioria não toma consciência desta perda, sim perda, mesmo que só em potência. Mas eu, para mim, sei que foram castigados e, em última análise, sei que estou a provocar a sua falência merecida, ainda que só no grau em acordo com esse “pecado venal”.

O governo do meu país tem tido este comportamento manhoso de sonegar a informação sobre a verdadeira dimensão dos problemas económicos do país, e na sobranceria de proprietários que não devem explicações a ninguém. Deve ser admoestado vigorosamente. Não é aceitável um governo que trata assim os seus cidadãos. Precisa de ser castigado. E é agora, para perceber.

No entanto, creio que nunca perceberá que alguns dos milhares de votos que não entraram no seu estabelecimento se afastaram por falta de informação cristalina na montra.

O pranto dos inocentes 


As eleições de Domingo são, sub-repticiamente, um referendo às medidas de austeridade que se pretendem aplicar. Misturado com a escolha do partido do governo, dá-se um “sim” a essas medidas, porque os 2 que podem ganhar declararam que querem aplicar essas medidas.

Que legitimidade terá alguém que votar neles para as contestar?

– Não leram as letrinhas pequenas no fim do contrato? Temos pena!

De luto 


Há 35 anos que aguentamos partidos de Novembro e respectivas políticas.

Dantes, de cada vez que ganhavam, ficávamos tristes. Depois víamo-los aplicar políticas incompreensíveis como arrancar oliveiras e vinha, destruir barcos de pesca, acabar com importantes sectores industriais, como a metalomecânica pesada, vender ao desbarato o que podia gerar receita para o estado (os sectores produtivos do estado, apetecidos pelos privados), mas acreditávamos que tinham uma filosofia económica, uma teoria produtiva por detrás a garantir que, acabando com a pequena produção e os sectores pouco competitivos e recebendo já grandes verbas pela venda de sectores que só ao fim de anos gerariam mais (muito mais) receita, adviria, por um fenómeno milagroso do capitalismo, sucesso económico para o país.

Não tinham, nada sabiam, copiaram receitas estrangeiras e não as adaptaram ao nosso país, foram saloios e incompetentes, criminosos económicos por negligência e ignorância.

Domingo vou votar vencido, mais uma vez, com vontade de levar uma fita preta no braço, porque sei que os vencedores continuam a acreditar na sua mitomania económica e vão prosseguir na destruição dos sectores produtivos.

O voto prejudicial 


Como só há 2 partidos com probabilidade de ganhar as eleições, algumas pessoas que têm, apesar de tudo, preferências entre um e outro, são tentadas a votar num deles, em detrimento do voto consciente ou de coração que tinham decidido num outro. Esses 2 partidos também apelam ao voto útil, isto é, o voto que eleja o mal menor, para evitar o mal maior (sobretudo para eles) que seria a vitória do grande partido adversário.

O voto útil sempre foi castrador de consciências. No fim, o partido vencedor faz um brilharete com esses votos desencaminhados, humilha os partidos a quem os surripiou e durante a governação trai a expectativa do votante “útil”.

Na presente situação, entregar o voto a um desses partidos seria mais que inútil, seria prejudicial. Se foram eles que puseram assim o país e nos tramaram, dar-lhes o voto seria um exercício de masoquismo.

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