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Universos Assimétricos

Uma História de Agressão

30.3.06

Linearmente claro 

Todos os historiadores se congratulam com o suporte que os métodos quantitativos têm vindo a dar à História, sobretudo à económica. O mundo empresarial não dispensa o rigor matemático.
Para que os decisores tomem uma consciência mais visual e mais imediata das quantidades envolvidas, fazem acompanhar os seus relatórios e as suas apresentações em reuniões, de gráficos, nos quais, com um golpe de vista, se avaliam os números em confronto. Os gráficos reflectem geometricamente o que é numérico, com o mesmo rigor e com vantagem perceptiva.

Mas isso é quando são bem feitos, quando pretendem elucidar em vez de confundir.
Reparem nestes 2 gráficos que, entre outros, a PT enviou aos seus accionistas, tentando convencê-los a não aceitar a OPA do Belmiro:

PTPT


Se eu tivesse que decidir alguma coisa, iria ter em conta, não só as quantidades numéricas envolvidas, mas também esta tentativa tosca de «atirar areia para os olhos».


posted by perplexo  # 02:14
Comments:
... as verdadeiras "pontas de
iceberg"!
beijo, bom fim-de-semana ;)
 
perplexo-me sempre que aqui venho...porque será???? vou uns dias para o deserto...talvez lá encontre a resposta....


:)

_______________
_______________

beijo.
 
Com papas e bolos se engam os tolos.
Um abraço. Augusto
 
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28.3.06

Conversar é preciso 

No sábado passado, fui a mais um jantar de blogs. Desta vez era a 4ª edição dos jantares da Irmandade Blogueira que se reúnem cada solstício e equinócio. Controvérsias relacionadas com o anterior jantar levaram alguns blogueiros a declarar que não iam a este jantar. Mesmo assim, inscreveram-se 32.
Mas algo mais aconteceu entretanto (ou uma estranha coincidência de impossibilidades) porque desistiram 11 blogueiros nos últimos dias, 4 dos quais «à última hora». Assim, a confraternização não teve a dimensão de outras, mas correu bastante bem.
Na verdade um encontro de 2 blogueiros pode ser suficientemente gratificante, ainda que não tenha a grandiosidade de um evento social.
Não sei é se o restaurante se sentiu defraudado.

Apareceram neófitos, o que é sempre salutar, e que nos fazem lembrar do fascínio encantado com que fomos aos primeiros encontros e constatávamos que os outros blogueiros eram tão «normais» como nós (se é que se pode chamar normal a alguém que se põe a «escrever para o boneco», à espera que alguém o vá ler e que muitas vezes passa horas agarrado ao teclado e ao écran).

Houve umas 7 intervenções, cada uma reflectindo a personalidade do blogueiro (ou aquilo que quis mostrar), num ambiente de descontracção e alegria. Controvérsia, só aflorou quando se teve que decidir o próximo encontro. Ficou decidido para Sesimbra no fim de Maio.

Mais uma vez constatei que falar uns com os outros é basicamente e principalmente o que a maioria dos blogueiros pretende, sem grandes planos, sem grandes interrupções, sem grande espírito de grupo. Por mim, achei importante o alargamento do período de conversa desde bastante antes – cheguei pelas 19 horas – período que dantes desperdiçava. Pretendo continuar a ir e a ir cedo.

Comments:
Não te tenho visitado nem tenho ido às aulas. Mudaste a tua imagem, está mais bonito. É o primeiro texto que leio sobre o jantar de sábado passado. Eu cancelei na sexta feira a minha presença, possivelmente cada um terá os seus motivos, existem imponderáveis que o próprio não comanda. São sempre interessantes esses encontros. Beijinhos para ti, boas aulas.
 
É na conversa que vai o ganho. Concordo que algo se passou no sub mundo, para tantas desistências à última hora, mas o principal estava lá. É sempre um prazer rever as pessoas com quem gostamos de conviver.
Um abraço. Augusto
 
... fui, porque me fazem falta as vozes, os olhares
gostei, não me detive em detalhes, valorizo mais a essencia... a tal parte da comunicação que não está nas palavras escritas ou imagens!
gostei, do calor e empatia entre as pessoas, ali inteiras, expostas... à intimidade de um grupo e espero sinceramente que não a voyeurismos

beijo

;)
 
Olá! Será que mais uma vez não nos conhecemos apesar de termos estado pela segunda vez no mesmo jantar? Ou tens outro blog para além deste? O teu nome verdadeiro começa por D? Estou um pouco baralhado.
 
Ah! Afinal não estava tão baralhado como pensava.
 
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21.3.06

Frida dorida 

Frida Kahlo, Coluna partida (pormenor)

Está no Centro Cultural de Belém uma exposição da obra de Frida Kahlo (1907-1954), uma pintora simbolista mexicana de certa importância. É uma exposição relevante, por ser «a maior e mais completa exposição sobre Frida Kahlo realizada nas últimas décadas».

A exposição é muito biográfica, tal como a sua obra é muito autobiográfica. A sua vida foi muito dorida, quer pelas maleitas físicas que a apoquentaram permanentemente, quer pelas vicissitudes relacionais e existenciais, o que se reflecte intensamente na sua pintura.
A exposição realça essa faceta autobiográfica e faz acompanhar cada quadro de uma completa explicação da sua génese e do seu significado, o que enriquece extraordinariamente o conhecimento da vida da artista e a compreensão de cada obra exposta.

Mas também esta bela tem o seu senão. A explicação é frequentemente bastante extensa – cheguei a contar 23 linhas de texto – e a letra não é muito grande, de modo que os visitantes se amontoam longamente junto a cada texto, enquanto lá fora pode estar a formar-se uma longa fila de 30 ou 40 metros de visitantes esperando por vagas.

Perverso é também o aspecto, várias vezes observado, de haver, numa exposição de arte, um aglomerado de visitantes junto a um texto, enquanto ao lado está a obra de arte abandonada à sua dor.

Ponderação final: a não perder!

Comments:
Se a pintura de Frida não tivesse valor, só pela sua coragem e tenacidade invulgares, merecia ser admirada e perdoado o seu mau feitio.
Um abraço. Augusto
 
eu revi...Bjo.




e acho que vou para tomar um café....



beijo. assimetrico.
 
__________________os mimos dão-se a quem merece.


e espero que dê flor....:) durante algum tempo....

beijo.
 
ahahahah__________ incógnita não, vizinha do lado sim!!!!!

foi um enorme prazer...
beijo ;)
 
Obrigado pela visita ao Memórias. Quando tentei ver a exposição estava uma bicha enorme, voltarei ao CCB noutra altura. Parece que a exposição tem pouca pintura da Frida Kalo. Também tratei o tema aqui
http://memoriasdopresente.blogspot.com/2006/02/frida-kahlo-no-ccb-em-lisboa.html ou aqui:
http://puxapalavra.blogspot.com/2005/09/frida-kahlo.html
 
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20.3.06

Triste efeméride 

Faz hoje 3 anos que o Flagelo dos Povos atacou sem razão um dos mais progressivos países do Próximo-Oriente provocando desde então mais de cem mil mortos.
O Mundo não tem razões para se alegrar.

16.3.06

«Mansinhos! E é se quiserem!» 

É cada vez mais difícil encontrar bombas de gasolina onde o fornecimento seja assegurado por um empregado. Agora é o cliente que tem esse trabalho.

Em que é que isso foi útil ou vantajoso para o cliente? Em quase nada. O cliente é que tem o trabalho todo, fica com as mãos a cheirar a gasolina, e o preço do produto não baixou, apesar dessa redução de despesas.
Mas, ao menos, ganhou-se em rapidez, clareza de processos, lógica de consumo? Não. Cada vez há menos bombas em cada estação que funcione de modo regular. Uma, só serve para «Via verde», duas só com pré-pagamento, outra só com pagamento com cartão na bomba. E «o diabo a quatro». Os avisos destas situações especiais, quando existem, estão misturados com toda a parafernália publicitária. O cliente, mesmo que se aproxime com toda a atenção, corre o risco de ser apanhado por uma bomba «que não é». Depois, ou tenta recuar ou é obrigado a fazer o que não quer. Ou segue.

Às vezes, acerta. Mas, enquanto dantes não tinha que se preocupar com o lado do carro em que tem a portinhola do depósito, agora tem. O tamanho das mangueiras diminuiu. Não raras vezes, apesar de se encostar à bomba até quase lhe tocar, quando vai estender a mangueira esta não chega à boca do depósito. Lá volta ao calvário de recuar ou seguir.

Se afortunadamente consegue meter gasolina, quando vai pagar é obrigado a fazer um belo passeio pedestre. Tem que entrar numa loja cuja porta fica num extremo da loja e a caixa no outro. Às vezes chega a ter que andar 15 metros dentro da loja.
Não poderiam ter um guichet para o exterior? Podiam e têm, mas não permitem que se utilize de dia. Só de noite, por causa dos assaltos. Isto é, existe uma facilidade que não é utilizada, embora fosse muito menos penalizadora para o cliente. Só o interesse deles lhes interessa. O incómodo do cliente é-lhes indiferente. Interessa-lhes é que o cliente entre na loja e faça um circuito por entre as prateleiras de mercadorias para venda. Pode ser que se agrade de alguma coisa e faça mais despesa.

Todos estes entraves que as bombas de gasolina têm posto aos clientes parecem indicar que estão mais interessadas na venda interna da loja que na venda de gasolina. Tanto lhes faz que haja carros só dum lado das bombas ou que os carros, de quem anda às compras na loja, atravanquem as bombas e impeçam outros de meterem gasolina.
Se calhar apostam na paciência infinita dos clientes que, incautos, também não têm gasolina para chegar a outra bomba mais amigável.

Esta situação é vergonhosa e revoltante. Se há uma entidade reguladora, não tem evitado que o cliente seja penalizado desta maneira, sem necessidade.
Por mim, ainda tenho uma bomba com funcionários à ida e outra à vinda.

Comments:
Nunca percebi se a competitividade deles está em vender mais gasolina ou em ver quanto mais tempo se gasta lá parado!
 
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15.3.06

«Venha a nós, tudo a nós, só a nós» 

O mundo comercial é feroz. Cada vez que uma empresa cotada em Bolsa anuncia que vai diminuir o número de funcionários, a cotação das suas acções sobe. É também por isso que as acções do BCP e do BPI estão a subir.

As grandes empresas às vezes fundem-se, às vezes cindem-se. Umas vezes o argumento é o de criar sinergias, outras é o de clarificar despesas, investimentos e criar competitividade interna. É o discurso para o exterior. O resultado é quase sempre largar trabalhadores pelo caminho. O BCP e o BPI vão-se libertar de 3000 trabalhadores.

Poder-se-ia pensar que quando um Banco quer absorver outro é para ficar com o seu negócio, mas não. O BCP e o BPI vão fechar 300 agências. Pelo menos o negócio dessas 300 agências não lhes interessa.
O cidadão fica a dispor de menos agências, fica prejudicado. O serviço aos cidadãos não faz subir as cotações, antes pelo contrário.

(Estas coisas de OPA e Contra-OPA têm muito de arrufo homossexual, não acham? «Querias tomar-me sem o meu consentimento? Quem te vai tomar sou eu. Yes!». Mas, parece-me que, entre BCP e BPI, há mais que um tácito consentimento – há um verdadeiro êxtase orgasmático mútuo).

9.3.06

«Desonesto o Citibank?» 

Se o Citibank lança angariadores de clientes que usam de insistência para divulgarem os produtos Citibank e culminam pedindo nome, morada e uma assinatura «para provarem junto do chefe que fizeram os contactos que declaram», quando na realidade o cidadão vai ser tratado como um cliente aderente – isto é uma prática desonesta.

Se o Banco passa a telefonar para este incauto cidadão pedindo-lhe os restantes dados e insiste por dias e dias, apesar do esclarecimento sobre a maneira traiçoeira como a assinatura foi conseguida – isto é uma prática moralmente desonesta.

Se este Banco cria um número de conta e passa a enviar regularmente um «extracto de conta» (a zeros), apesar da reiterada declaração do cidadão de que isso não é a sua vontade – isto é desonesto.

Se o acossado cidadão envia para a Sede do Citibank uma carta registada onde reafirma a ilegalidade e a ilegitimidade da criação daquela hipotética conta e, ainda assim, continua a receber regularmente «extractos de conta» – isto é sem dúvida desonesto.

Não sei como é que se autoriza que empresas com estas práticas sejam introduzidas em Portugal. Não sei como é que se permite que continuem a actuar.
Já viram alguma agência do Citibank? Com certeza que não. A única morada que se pode encontrar está bastante escondida na correspondência desta empresa «clandestina». A letra é tão pequena que equivalerá a um tamanho 5 ou 6 do Word.

Não sei o que é que empresas destas esperam ganhar com estas práticas. Talvez apostem nos dividendos do embuste e na impunidade das grande empresas. Por mim, não serei seu cliente de livre vontade.

Comments:
Não conhecia esta FRAUDE!

Um @bração do
Zecatelhado
 
É a táctica do vale-tudo. Como é possível que tal continue a acontecer?
 
Só falta meterem a mão na nossa carteira. A isto chamo banditismo bancário, para o qual não há lei que nos proteja. Quem embarcar, embarca e não desembarca.
Um abraço. Augusto
 
...
 
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8.3.06

«Vão-se queixar ao Totta!» 

Outra empresa que teve lucros «mal ganhos» é a CGD. Apresentou hoje um lucro de mais de quinhentos milhões de euros o que representa um aumento de mais de 29%, relativamente a 2004. Uma das maneiras que arranjou para aumentar os lucros foi passar a exigir um saldo médio de 1000 euros nas contas que não têm isenção de despesas de manutenção, em vez dos anteriores 125. E como é que fez a alteração? Sem avisar os clientes. Estes, de repente, viram-se confrontados com um facto consumado – serem desapossados de 10 euros por trimestre, sem qualquer satisfação.

Este assunto já tinha sido objecto de um post meu em 9 de Novembro de 2005.

Comments:
Vai ler um artigo excelente do "Um homem das cidades".

Zecatelhado
 
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7.3.06

«Deixa arder que o meu pai é bombeiro!» 

Desperdício


Nos últimos dias, reparei uma meia dúzia de vezes que a iluminação pública da minha praceta estava ligada pelas 17,30-18 horas. Fiquei de me lembrar de reparar a uma hora menos tardia. Hoje, lembrei-me pelas 14 horas e confirmei que a iluminação pública da minha zona estava ligada, numa extensão visível duma trintena de lâmpadas.

Liguei para a Junta de Freguesia. Ficaram agradecidos e disseram que iam já telefonar para a EDP, porque não é a Junta que controla a iluminação pública.

Hora e meia depois ainda estava ligada e, saindo, reparei que também estava ligada noutra zona relativamente próxima – o cruzamento da Radial de Odivelas próximo da Ramada, num total de também uma trintena de lâmpadas.
Isto aconteceu, por coincidência, no dia em que se soube que o lucro da EDP em 2005 foi anormalmente grande – mais de mil milhões de euros.

Comentários:
- Algum desse lucro foi «mal ganho». O cúmulo seria que estas negligências fossem intencionais. Espero bem que não.
- É incrível que não seja o pagador – a autarquia – a controlar o interruptor.
- Alguma da energia que Portugal gasta é comprada ao estrangeiro. Num caso destes, é comprar e deitar fora.

Comments:
Dá mesmo vontade de rir quando apelam à economia da energia, e ao consumo da água, quando o maior desperdício é proveniente das condutas em más condições.
Um abraço.
 
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5.3.06

Fresquinhos 


Cristina Maldonado, Estórias


Até 26 de Março, está no Palácio Galveias uma exposição dos finalistas de Pintura da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, com variadas propostas.

4.3.06

Hoje no cinema 

Hoje, no cinema, estava o filme a começar quando, na sala às escuras, a umas 8 ou 10 cadeiras para a minha direita, uma senhora espirrou violentamente. Um fulano, atrás de mim, comentou para a esposa, em voz baixa:
- Os que estão à frente devem estar todos molhados!
Ao ouvir este comentário, e imaginando a cena descrita, não pude evitar rir convulsivamente, em surdina, durante uns 30 segundos.

1.3.06

Ils sont fous, ces neo-cons 

De relance, ouvi um líder do Conselho da Europa dizer, em relação aos raptos, detenções ilegais e torturas que os americanos praticam, que são procedimentos que minam a longo prazo a luta contra o terrorismo.

Eu não diria melhor. Não sei como é que não é evidente, mesmo para as limitadas mentes dos neo-cons, que uma vitória sustentada sobre o terrorismo tem que assentar sobre acções eticamente límpidas e legalmente inatacáveis. O coração do mundo, sobretudo o das zonas hostis, tem que ser conquistado pela rectidão de intenções e actuações. Ninguém sente empatia com quem desce ao nível dos terroristas.

Os êxitos de curto prazo, baseados em guerra suja, são vitórias apenas aparentes e revelar-se-ão, a longo prazo, clamorosos erros estratégicos que lhes farão perder a guerra e lhes serão atirados à cara por dezenas de anos.

Comments:
D'accord!
 
e das guerras só se renasce para o ódio....

bom dia núvem....beijo.
 
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