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Universos Assimétricos

Uma História de Agressão

30.4.07

A política externa americana está ao serviço de um país estrangeiro 


«Num estudo recente, sob o título The Israel Lobby and the US Foreign Policy (2), os professores John Mearshmeier e Stephen Walt, da Universidade de Harvard, vieram revelar a dimensão e a influência do lobby judaico na política externa americana. Em breve, a tese dos autores é a de que a política externa americana, como a guerra do Iraque e o combate ao terrorismo, está ao serviço de um país estrangeiro - Israel.»

Olha a novidade!

posted by perplexo  # 00:52

26.4.07

Nunca vi tanta gente a chorar no 25 de Abril 



E a tossir e a espirrar. A culpa foi da chuva de fibras vegetais que, este ano, as dezenas de plátanos da Avenida da Liberdade largaram das suas características «inflorescências globosas».

P.S. (28/4/07) – Afinal, parece que houve outras epidermes irritadas, mas a golpes de cacetete.

Comments:
essa foi boa.
abçs.
 
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25.4.07

33 anos é muito tempo 

Há trinta e poucos anos, a referência «25 de Abril» invadiu a toponímia nacional, desde as vias mais nobres às mais modestas. Mas, 33 anos é muito tempo. Os ataques dos que sempre viram no acontecimento um perigo para as suas concepções de sociedade, a indiferença dos que se esqueceram de como era Portugal antes, as queixas dos que se sentiram defraudados nas suas expectativas, e o desconhecimento de muitos jovens da importância do acontecimento, têm vindo a desvalorizar a data ou a esquecê-la. Felizmente que se mantém o feriado.
Se viveste esse dia, visitante, fecha os olhos e faz comigo um minuto de rememoração.
...
Foi bom, não foi?

Comments:
Nao tendo vivido o primeiro, vivi muitos outros. É o meu Natal.
 
Foi excelente! Beijos
 
Inesquecível!
Beijos
 
Pois olha, vi o primeiro, vi o segundo e vi o terceiro, mas já não quis ver o quarto, quando muitos “democratas” tentaram assaltar e roubar os arquivos da Pide. Eles lá tinham as suas razões para fazerem desaparecer as suas fichas. Daquilo que não se fala que é uma grande parte da população eram os bufos da Pide, que sem eles, era quase inofensiva. A bufaria era a maior vergonha nacional, delatavam tanto o inimigo como o amigo, nunca se sabia onde eles estavam, era perigoso falar, dizer o que quer que fosse, que esses bandidos, a troco de uns miseráveis cobres, iam logo denunciar à Pide. O abuso ia tão longe, que por vingança, denunciavam gente inocente. A Pide nunca conseguiria saber o que nós dizia-mos, não tinha tantos agentes assim para escutarem todos os cidadãos, era graças aos bufos que actuavam. Bufos não são polícias, são um parte miserável do nosso povo, os tais do assalto à Pide. Mas podem ter a certeza, que além dos bufos, havia muita gente interessada em fazer desaparecer a sua ficha, e não era por ter sido preso político, podem ter a certeza. Só uma pergunta para os menos avisados: porquê os agentes da Pide não foram julgados e facilitada a fuga a tanta gente do regime? Não conheço nenhuma revolução, digna do nome, que tenha procedido desta forma.
Alguma coisa vai mal,
No reino de Portugal
Um abraço. Augusto
 
Abstenho-me de comentar, mas percebo a ironia. A grande avenida foi reduzida a um beco pelos tios.
 
Estou certo que já não vou viver o suficiente para presenciar novamente um dia tão rico de plenitude!

Um abraço
 
O que de mais importante esse dia pode ter hoje, é não deixarmos que possamos cair naquilo de que saímos em '74.
É para isso que serve a memória, individual e colectiva!
 
O sonho que sonhámos nunca morre, mas fica a dor e a frustração por ter sido só um sonho... mas foi bom.


Um @bração do
Zecatelhado
 
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24.4.07

Best of... Abril de 2006 

Monumento ao 25 de Abril ... O



Perante uma obra de arte, cada observador faz dela uma leitura diferente, o que atesta a multiplicidade de sentidos que as obras de arte, geralmente, têm, mas que também reflecte a diversidade de cultura, de aspirações e de concepção do mundo de cada observador.
Perante o monumento de João Cutileiro colocado no alto do Parque Eduardo VII, muita coisa já se disse. Muitas observações esboçam um sorriso condescendente pela marotice que a escultura parece representar, outras mostram revolta pela ordinarice que lá lêem, ou pela boçalização dum acontecimento com a pureza que é atribuída ao 25 de Abril.

O que o artista quis transmitir, não sei. O que eu vejo é uma crítica violenta e desencantada ao processo começado em 25 de Abril.
Todos falam do pénis, do pirilau, do falo. Eu também vejo um membro masculino, mas tão frouxo, tão impotente, tão pequeno, que mais se deve falar em pilinha. Não vejo um erecto e túrgido símbolo masculino pronto a lançar um jorro de sémen fertilizador. Vejo uma erecção diminuta, que mal sai do escroto, sustentada artificialmente por espeques, escorrendo uma aguadilha. Talvez seja mijo, o que podia configurar a leitura de que o 25 de Abril não passou de «tesão do mijo».

Em frente está um cravo. Parece um ninho de cegonha, mas é um cravo, sem dúvida: tem um cálice verde e pétalas. Mas são pétalas que foram esmagadas a partir de cima. O cravo foi esmagado. (Regado a mijo também não ia longe).

O monumento implantou-se no local onde existia um pequeno pedestal. O pedestal foi semi-desmoronado para ilustrar a velha ordem que o 25 de Abril queria derrubar.
O que o 25 de Abril queria construir está ilustrado por duas elegantes e pouco pretensiosas colunas, mas como se vê, foram quebradas durante a construção.

Todo o monumento se lê como: escombros. O 25 de Abril não teve tempo para construir um novo edifício nacional ou quem liderava não teve tomates, não teve vontade, não teve pujança eréctil para levar a Revolução mais longe. O cravo foi esmagado, as colunas partidas. De antigo, só se derrubou um pequeno pedestal.
Sobranceiros, lá se mantêm intactos os majestosos pilares do Estado Novo, poderosos, eternos!


22.4.07

Laurel  


O meu amigo Augusto do blog Klepsidra distinguiu-me com um Thinking Blogger Award, o que me sensibilizou.

Este galardão insere-se numa corrente que parece ter tido origem aqui, e tem como móbil distinguir «5 blogs que me fazem pensar».

Como é um esquema do tipo bola de neve, se todos os blogs nomeados continuassem a corrente e não repetissem blogs já nomeados, ao fim de 7 níveis já teriam sido nomeados cerca de 100 mil blogs, o que deve cobrir todos os blogs nacionais activos.

Eis os meus nomeados, isto é, 5 blogs que me fazem pensar:

- Anarca Constipado
- Pedaços de que gosto
- Diário Ateísta
- Tears of Heaven
- Sono Consciente

Os que não foram ainda nomeados tenham a paciência de esperar mais uns dias. :)

20.4.07

O homem, afinal, é inimputável 

Comments:
Para quem não gosta do Islão, até parece o Profeta. Passa lá pelo meu blog para veres uma coisa.
Um abraço. Augusto
 
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17.4.07

A América não presta 


A violência que a América usa contra os outros povos ancora-se na cultura de violência profundamente enraizada na sociedade americana. Foi essa cultura de violência que potenciou os acontecimentos que ensanguentaram, mais uma vez, uma universidade americana onde, ontem, foram abatidos 33 professores e estudantes, por um colega.

Bush apressou-se a re-assegurar a posse de armas como um direito de cada americano.
Declarou, também, que ficou horrorizado com o grave acontecimento.

Não o ouvi, que me lembre, alguma vez, declarar-se horrorizado pelas matanças que as suas tropas provocam entre o povo iraquiano, perseguido e assassinado no seu próprio território pelo exército invasor americano, matanças que, qualquer dia, todos os dias, atingem e ultrapassam esta isolada matança na universidade americana.
Este homem é uma deformidade moral.

Comments:
Ainda falam de Hitler,e de outros...quanto a esta BESTA ninguem contesta!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Será um metr'assassino?
-definição dum assasino em serie protejido pela camada de pó de palco dos média?
 
Para que querem os americanos as armas? Não é de certeza para virem combater cá fora, são para uso doméstico. O resultado está à vista. Passou de moda matar pretos, os brancos é que pagam a paranóia.
A propósito, sabes qual é novo blogue do Zecatelhado?
Um abraço. Augusto
 
Após um longo período sabático o Zecatelhado volta à "Nau". Ora faça o favor de fazer uma visita à minha "casinha" porque a sua presença é sempre imprescindível.
Aquele @bração do
Zecatelhado

Agora em www.marujinho.wordpress.com
 
Caro Perplexo, quem conhece a história americana recente, não se admira. De facto, a América (USA) ainda presta culto ao cowboy, o seu herói. Eu tenho uma história passada comigo que um dia destes ponho no blog mas vou levantar um pouco o véu. Passei em Nova Iorque, há cerca de 20 anos atrás. Como não tinha visto (estava em trânsito), puseram um "segurança" a tomar conta de mim durante as horas que tive que esperar no aeroporto. Quando o segurança foi rendido por outro, o rendido informa ao outro: "He is cool!" Ora, eu interpretei assim, com este não precisas usar violência. Ou seja, a violência é o mais normal para eles.
Embora possa ter amigos americanos, porque as pessoas individualmente são pessoas e podem entender-se, detesto a mentalidade cowboy.
 
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15.4.07

Notícia dirigida aos convivas do jantar de blogs de ontem 


Hoje de manhã encontrei o meu vizinho que tem estacionado o carro na passadeira de peões e que ontem provocou um grave desacato no meu carro.
Cheio de raiva, atravessei a rua e dirigi-me a ele, disposto a mostrar-lhe com quem é que se meteu. Parei à frente dele, olhei-o bem no fundo dos olhos e disse-lhe:
- Já que estamos só entre homens, ora bolas!
Ele, apanhado desprevenido, ficou totalmente desarmado. Sem conseguir controlar o nervosismo, desatou a rir convulsivamente e afastou-se agarrado à barriga. É para que saiba!

Comments:
Essa foi boa!! Eh eh beijinhos.
 
Este final hilariante, ninguém o esperava.
 
Como sempre ... mais um final imprevisto! :-)
Gostei de te rever.
Beijinhos
 
Regressei após um longo período sabático. Faça o favor de vir à minha "casinha" fazer-me uma visita que a sua presença é sempre bué de agradável.
Aquele @bração do
Zecatelhado
 
Panadinhos de porco
Saladas e calamares
Gostei de ouvir recitar
O Orca do Sete Mares

Lombo de porco assado
Trouxe-me azia e ais
Conheci ontem
o Alexandre dos Sais.

Vindo do Céu
Chegou o Crystalzinho
Trouxe a Lua de Papel
Oh, o Henrique falou e disse
Lendo o seu pergaminho
A mania do «coitadinho»
Neste País cheio de fel.

Conversas animadas
Tarde ensolarada
O Jo na tesouraria
Não esquecia nada.

Gargantas afinadas
Maestro concentrado
Conservas variadas
Leite creme e folhado
O coro terá mostrado
Suas noites de ensaio
Vozes límpidas e fortes
Muito nos agradou
A Alice declamou
Poesias várias, que
A todos encantou.

A Sonhadora fazia
A sua reportagem
A Júlia sorria
Feliz com as suas causas
Sempre cheia de coragem.

Historinhas da Hilda
Uma história nos contou
Um nobre sentimento
A todos nós, tocou.

e, ainda há mais...
Gostei de ter ouvido a sua «história».
 
olá perplexo. adorei a sua intervenção no jantar. foi das mais divertidas. e que bom encontrar aqui o final da sua estória. um grande beijinho. os meus modestos parabéns.
 
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12.4.07

Um pêlo a sair do nariz 


Ontem, Sócrates respondeu às dúvidas sobre o seu currículo académico. Acho que se safou. O seu maior trunfo foi ter falado com uma ênfase credível.

Há dúvidas que jogam a favor dele: um certificado tem data de um Domingo. Falcatrua que se preze não deixaria de evitar um erro tão básico. É mais provável que se trate de lapso administrativo.

Num caso que conheço, um certificado de conclusão de curso teve que voltar 2 vezes para trás por ter errados a naturalidade do aluno e o nome do curso. Deve ser para evitar enganos incontáveis que, nos requerimentos de certificados, tenha que ser o aluno a escrever os nomes e os códigos das disciplinas, a nota conseguida e o ano de conclusão de cada disciplina, que depois os Serviços confirmam.

Um pormenor em que reparei é que o requerimento inicial que Sócrates fez à Independente era manuscrito e não era datado.
Isto dá-me ocasião para verberar todas as inúmeras faltas de rigor em datas e horas que se vêem por todo o lado, sejam comunicados oficiais, quer universitários, quer de associações de estudantes, quer convocações para manifestações, ou sejam mais ou menos informais: anúncios de concertos, reclamos e avisos vários. Toda essa gente que os escreve deve pensar que quem vai ler essas missivas: «até dia 15» vai adivinhar de que mês se trata ou «na próxima sexta-feira» de que semana, e tanto lhes dá que 3 meses depois – ainda o anúncio lá está – possa haver pessoas que vão ao engano. Estou farto de acrescentar «de que mês?» a esses anúncios-armadilha e chega a apetecer-me acrescentar um determinado dia do futuro «dia 21» quando vejo um anúncio tipo «O Sr. Professor X não dá aulas hoje», sem data.

É possível que Sócrates tenha um pêlo a sair do nariz. Não é grave.
Fiquei desapontado foi que há tempos, na América do Sul, tivesse declarado que os Estados Unidos eram o paradigma da defesa dos Direitos do Homem. Foi infeliz e incompreensível. Por momentos pensei estar a ouvir a sequela do beija-mão de Portas ao Himmler do Iraque, Rumsfeld.
E estou preocupado com o ataque ao Sistema Nacional de Saúde.
Por outro lado ainda não lhe agradeci a atitude corajosa e pioneira de dar a cara na campanha «pelo aborto». Foi um passo importante que a ele muito deve. Por isso, o meu sentimento nesta querela do grau académico «esticado» é: há muito para fazer, alguma coisa está a ser feita, travem-no pelos motivos legítimos, não o travem por isto.

Motivo de embaraço tinha eu se fosse madeirense, com um Presidente regional a portar-se daquela maneira. Motivo de vergonha tinha eu se fosse cidadão israelita e tivesse um Presidente que viola funcionárias. Motivo de asco tinha eu se fosse cidadão americano e tivesse um Presidente que já matou mais de 100.000 pessoas. Isso sim é abjecto.

Comments:
Obrigada pela visita.

Gostei muito de ler uma opinião que não faz "caça à bruxa" acerca do Sócrates. Suponho que este é mais um dos "escapismos" das pessoas na hora de descarregar a frustração com as próprias vidas mais do que uma forma de se melhorar a qualidade de vida nacional.
Esperemos que os média nos sirvam o próximo escândalo e deleitemo-nos com a ementa diária de uma forma sóbria.

Bem haja
 
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10.4.07

Pequenas máculas 


Temos tendência a conceder crédito total, em tudo o que diz, a quem tem alguma aura de conhecimentos especializados numa determinada área. No entanto, todos nos deparamos com algumas lacunas, às vezes em conceitos básicos da sua área, em autoridades em certas matérias, sejam professores, jornalistas ou economistas. Se lermos uma crónica de Sarsfield Cabral – advogado – na Visão ou ouvirmos um programa televisivo de António Barreto – sociólogo – na RTP, pareceria duma grande impertinência da nossa parte pôr em causa a correcção da terminologia utilizada. E, no entanto, ambos utilizaram recentemente a expressão «mercado de aluguer», referindo-se à locação de casas e apartamentos. Ora, «aluguer» refere-se à locação de coisa móvel – um automóvel, um DVD – enquanto que para a locação de coisa imóvel – prédio rústico, prédio urbano – se deve usar «arrendamento».
Não é que seja muito grave, mas não era de esperar.

Sabe sempre bem puxar as orelhas, no seu próprio terreno, aos que habitualmente se nos dirigem com alguma sobranceria.

Nota: Art. 1023º do Código Civil (Arrendamento e aluguer): A locação diz-se arrendamento quando versa sobre coisa imóvel, aluguer quando incide sobre coisa móvel.

Comments:
Tenho vindo a visitar os blogs inscritos no jantar convívio do próximo sábado, dado que pretendo conhecer as obras dos seus autores.
Pela passagem que fiz nas anteriores postagem concluo que é um espaço muito oportuno e bem conseguido.

Um abraço
Pepe.
 
Pois é os tempos mudam e as palavras também. Mas está "boé" observado. O teu anúncio até abre o apetite.
Um abraço. Augusto
 
É um pouco como a questão de "decada" e "decénio" ou "deslocar" e "delocalizar" ou ainda "estada" e "estadia".
E, já agora e porque não, a quase nova actividade a que se dá o nome de "politólogo". Cá para mim soa-me mais a "merdólogo", mas deve ser por causa do meu mau feitio!
 
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6.4.07

Barroco 



Um céu, adequado à quadra, que Doménikos Theotokópoulos (1541-1614) não desdenharia ter pintado.

P.S.: El Greco :)

Comments:
Lindíssima foto!
Vim-te desejar uma Boa Páscoa:)
Beijos
 
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4.4.07

Fruta da época 


Punica granatum (Lineu)

Granadas ou rubis para uns, afrodisíaco para outros, símbolo de fecundidade para aqueles, anti-helmíntico para aqueloutros.
Um sabor escondido, acessível a quem vive devagar.

Comments:
Adoro romãs!! Beijos.
 
É pá o jantar ainda vai parecer uma manifestação, não esperava tantos convivas.
Um abraço. Augusto
 
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