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20.3.13

Em memória dum país mártir



Faz hoje 10 anos que os criminosos no poder em Washington invadiram um país a funcionar razoavelmente bem, para a região, e desencadearam um processo de violência que já matou centenas de milhares de pessoas. O argumento – falso – era que o Iraque possuía armas de destruição maciça. Basearam-se num único testemunho, o de Rafid al-Janabi.

Este era um refugiado iraquiano na Alemanha e encontrou no embuste aos serviços secretos ocidentais a maneira de obter mais facilmente um visto de residência permanente. Estes serviços deixaram-se convencer pelo falsário e nunca tentaram obter informações sobre este refugiado, nem tentaram confirmar por outras fontes as “informações” que debitava. Deram-lhe um nome de código apropriado: Curveball.

Agora, 10 anos depois do início do desastre, sabe-se que Rafid era um ex-taxista iraquiano, classificado por quem o conhecia como “mentiroso inveterado”. A história vem toda no número 1045 da revista Visão.

É esta a superpotência que temos, uma vergonha para a espécie humana. Centenas de milhares morreram, o país foi destruído, mas ninguém foi a Conselho de Guerra, ninguém foi julgado por crimes contra a Humanidade, o país agressor não foi condenado a reconstruir o país destruído. 

1 comentário:

  1. A Paz Americana substituiu a Paz Britânica, acreditou alguém; Qual é a próxima Paz que se pretende fazer substituir à Americana? A “nova” Paz Judaica mas agora com sede em Israel e com a sua Lei do Talmud que promete escravizar a todos os povos da Humanidade como para ilustrar os edificantes exemplos que já todos conhecemos dos crimes bolcheviques particularmente ao longo do reinado de Stalin, designadamente o genocídio de milhões de cidadãos só nesse período e o permanente terror imposto pelos idealizadores do regime comunista marxista leninista que foram os mesmíssimos bolcheviques, objectivo para o qual tem colaborado a Maçonaria em todo o mundo quando muitos dos seus membros, se não a maioria, ainda desconhecem a quem servem e muito menos dos verdadeiros objectivos da referida organização internacional? E que diferença faria se são já estes um Estado dentro do Estado Norte Americano particularmente desde que se apoderaram ilegítima e ilegalmente da Reserva Federal em 1913 quando têm vindo dirigindo e controlando os destinos daquele País e arrastando a Europa a partir do que se conhece como “London Connection”, aonde residem nas proximidades em suas opulentas ilhas privadas os idealizadores da Bolsa de Valores e donos da Banca de New York city?
    “É esta a superpotência que temos, uma vergonha para a espécie humana”, sim, mas graças unicamente à existência de um Estado dentro do Estado Norte Americano, que é o poder Judaico Sionista. Quanto à justificação do criminoso ataque ao Iraque, é sabido que serviria qualquer outra.
    Por último, depois de referir-se e muito bem dos crimes acometidos e do facto de ninguém ter comparecido em Conselho de Guerra, acrescenta-se “(…) o país agressor não foi condenado a reconstruir o país destruído.” Não me parece carecer-se aqui de comentários adicionais.
    O que me parece, isso sim, é da necessidade do povo Norte-Americano, com a máxima urgência se ainda quiserem sobreviver, recuperar o seu destino enquanto Nação começando desde logo inevitavelmente pela recuperação da sua Federal Reserve que nunca deveria tornar-se privada, como acabou por acontecer no fim de um processo tão misterioso quão secreto e nunca esclarecido, com todas as consequências que só esse facto lhes trouxe em termos de perda de soberania a favor de uns quantos estrangeiros sobejamente conhecidos e que nunca foram nem serão jamais autênticos Norte-Americanos; que depois de assaltarem ao povo Norte-Americano e o destituir de sua Soberania Nacional, os escarnece e acusa dos crimes que eles próprios fizeram cometer.

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