Páginas

1.1.14

Desejos para 2014


Extinguir os bancos

Derrotar o neoliberalismo

3 comentários:

  1. Anónimo4/1/14 01:16

    Conquanto amordaces o Comunismo. O Diabo seja surdo cego e mudo.

    ResponderEliminar
  2. Os crimes perpetrados em nome do neo-liberalismo, os roubos, as injustiças sociais agravadas por directa consequência, os problemas da imigração caótica e descontrolada, de que alguns países da Europa já finalmente começaram a pôr mão como a Suíça por exemplo, tudo isto não surge por acaso como se que fazer crer. Tudo isto está desde o início estudado e sobejamente ensaiado. Procura-se deste modo culpabilizar os actores políticos como se as execuções governamentais destes tivesse alguma vez partido de sua iniciativa própria, como se estes não tivessem simplesmente cumprido com as determinações recebidas de seus ”maiores” Internacionais os quais lograram com a perda de Soberania do Estado por consequência da entrada na Comunidade Europeia e particularmente com a subalternização da moeda nacional e indexação ao dólar emitido pela FED (Federal Reserve System, constituído por um conjunto de poucos Bancos Privados).

    Uma das consequências dos regimes democráticos é a obrigação legal inerente e por definição das chamadas privatizações. Trata-se da alienação das infra-estruturas do Estado-Nação em hasta pública, teoricamente a quem tem mais dinheiro e que pagará um valor mais elevado. Mas na prática, todos sabem que intervêm aqui as influências. Mas porquê vender o que dá lucro e que deveria confortavelmente suportar as despesas básicas do País? Colocam-se para o justificar “administradores” que apresentam despesas e prejuízos insuportáveis para o Estado mesmo em sectores de produção que para os particulares pelo contrário apresentam uma apetência séria ao investimento como sejam os sectores das energias e dos transportes, por exemplo. Os outros sectores dissolvidos representam séria concorrência a outras Empresas estrangeiras ou da mesma Europa que acabam por impor de alguma maneira a sua vontade e influência e, por consequência um aumento significativo das despesas por razões óbvias.
    Estão assim reunidas as condições de ruína galopante à que logo e desde já se acusarão os políticos, na verdade meros Actores e na maioria actores conscientes e oportunistas, de toda esta fantochada. Mas em uma boa parte conscientes e culpados pois, para se fazerem merecedores de confiança das benesses políticas como de uma promissora carreira obviamente muito bem remunerada se fazem membros de certa instituída confraria defensora das bondades e Igualdades Universais. Para uns poucos. Por que assim está com a devida e necessária antecedência determinado fazer-se.
    E qual é a solução, o remédio milagroso, inicialmente proposto de forma dissimulada, mas que a qualquer momento tenderá a apresentar-se mais do que como um grito libertador, com um berro contundente? O Comunismo, promulgarão quase todos aqueles que o têm vindo a defender, muitas vezes de forma mascarada e pouco transparente. O Comunismo Trotskista Leninista Stalinista? Não, que esse modelo já foi ultrapassado, agora será a verdadeira aplicação da doutrina de Karl Marx, dirão parodialmente tanto os ingénuos como os detractores conscientes. Mas fundamentalmente, alguém lhes paga a todos estes infelizes e assim vai continuando o “Teatro Contemporâneo”, com a ganância de uns poucos que já são muitos e a parvoíce de outros.
    Quando alguém me grita aos ouvidos que quer acabar com o que for que seja, muito bem, tem o direito de se expressar assim e não deverá ir preso por isso, mas deverá também assumir o esclarecimento explícito de qual a proposta acreditada para ilustração dos menos esclarecidos.

    ResponderEliminar
  3. Anónimo7/3/14 16:57

    O "Choque de Civilizações" não é sobre a religião senão sobre a Banca. Como o Hitler reconstruiu a economia de Alemanha foi simples: Ele abandonou o sistema bancário da reserva fracionária que estava mutilando à Alemanha post-1ªGM e instituiu um dinheiro com uma unidade fixa de valor. Por estranho que pareça esse foi um sistema financeiro não muito diferente daquele dos Estados Unidos antes de 1913. Isto permitiu que Alemanha se reconstruísse rapidamente, mas era por suposto uma ameaça direta para os banqueiros que haviam enriquecido e feito poderosos por meio da falsificação legalizada. Esta é a razão de que a guerra fora “declarada” (realmente um boicote) contra a Alemanha. Os banqueiros temiam que as gentes em todas as partes vissem as vantagens imediatas de um sistema monetário de não-reserva e forçassem uma mudança em próprios países. Alemanha, especificamente a economia alemã, teve que ser destruída para conservar o sistema bancário da reserva fracionária em todos os lugares.
    Para estranho que pareça, quando Putin ascendeu ao poder na Rússia, ele fez mais ou menos a mesma coisa: tomar as rédeas aos oligarcas e reestruturar o sistema económico de Rússia e o resultado final é que a Rússia já pagou todas suas dívidas por antecipado, (enquanto o EUA., ainda escravizado à Reserva Federal, se afunda na dívida a cada dia) e não surpreendentemente, a inimizade contra a Rússia por nações que estão debaixo do controlo de sistemas bancários da reserva e dos banqueiros vai em aumento…………………

    UN EPITÁFIO FINAL
    DE UM DOS MELHORES POETAS DE INGLATERRA:

    «Uma maldição para Inglaterra, falsa e vil,
    donde nada pode prosperar senão a desgraça,
    donde esmagada é a terna forma de cada flor,
    e a decadência e a corrupção alimentam às lombrigas...».
    http://editorial-streicher.blogspot.pt/2014/03/el-mito-de-la-agresividad-alemana.html#more

    ResponderEliminar