A
Grécia elegeu novo Presidente da República. O eleito é um ex-ministro do anterior
governo da direita, mas agora foi proposto pelo Syriza.
O
Syriza vai bem. Em vez de propor e eleger um correligionário — o que seria bem
fácil, dados os seus 149 deputados em 300 —, preferiu um ato de unidade. O país
bem precisa de estar unido para enfrentar as lutas que se avizinham.
Esta
é uma atitude de uma dimensão que eu nunca vi por cá. Já imaginaram o PS ou o
PSD convidar um deputado do PCP ou do BE ou dos Verdes, para candidato à Presidência
da República? Ou para ministro?
Pois,
percebo o vosso sorriso. Por cá tudo cheira a mofo.
Vamos então deixar para trás os EUA por sua conta e por sua vileza, isolado e abandonado, desprestigiado, definitivamente desacreditado. E com ele os seus atores intelectuais e financeiros, os patronos dos juros compostos enquanto ferramenta de assalto e roubo.
ResponderEliminar