Marques
Mendes: “Regra em Portugal é que quem ganha forma governo.”
Ferreira
Leite: “O que António Costa está a fazer é um verdadeiro golpe
de Estado.”
Maria
João Avilez: “António
Costa – O usurpador”
Rui
Ramos: “Mas
o problema não é a repetição do PREC. É o risco para o regime da
abolição das suas regras, (…)
Helena
Matos: “António Costa não é politicamente fiável.”
Fátima
Bonifácio: “Costa
não tem carácter, não é homem de palavra, não olha a meios.”
Estes
e outros comentadores políticos – opinadores que nos habituámos a
deixar entrar na nossa casa, por, supostamente, emitirem palavras
sensatas – têm tido, nos últimos dias, palavras de uma burrice
inaudita. Por mim, tomo consciência de que tenho andado, há muito,
a dar ouvidos a néscios. Das duas, uma: ou são desonestos – com
agendas alheias ao interesse das pessoas, ao meu em particular
(malignidade que não quero ainda reconhecer-lhes) – ou são
mentecaptos. (Como a palavra me sugere “mentes capturadas”, vai
dar ao mesmo, a diferença estará na consciência do que se está a
fazer.)
Inclino-me
para esta hipótese. O contacto prolongado com ideias erradas afeta o
cérebro.
A
bem da minha saúde mental e de um verdadeiro serviço ao público,
peço aos meios de comunicação social que nos concedam pessoas
comentadoras não completamente perturbadas.
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