Por
Francisco Moita Flores em 27.12.2015 no Correio da Manhã.
Os
bancos não podem falir. Embora possam falir milhares de empresas, de
famílias.
Os
nossos governos são todos portadores do vírus da desculpa. Não há
criatura que tome posse como primeiro-ministro que não garanta que
todo o mal que se descobre na vida pública foi culpa do anterior
governo. Só pode ser um vírus que anda por S. Bento. Agora,
rebentou mais um escândalo bancário.
O
Banif estoirou. Ou melhor, foi vendido. E aqui percebe-se que mais do
que a culpa do anterior governo, que a tem, a surpresa perante as
mesmas culpas, ou desculpas, o processo de resolução do caso Banif
é exatamente igual para todos os governos. Foi com o PS de Teixeira
dos Santos, no caso BPN, foi com a coligação de direita de Maria
Luís Albuquerque, no caso BES, e, finalmente, agora com o PS
recauchutado, de Mário Centeno, no caso que nos esmifra mais três
mil milhões de euros. Aqui são todos iguais.
Os
bancos não podem falir. Embora possam falir milhares de empresas,
milhares de famílias, multiplicando o desemprego e a fome. Os pobres
devem ficar mais pobres para que meia dúzia de facínoras salvem a
pele de derrocadas de milhares de milhões de euros. Tudo se sujeita
ao mando da troika e dos mercados. Corta-se na saúde, na educação,
esmifram-se os professores, os funcionários públicos, os famintos
dos recibos verdes, os sobreviventes do salário mínimo, mas a
Banca, não!
Um banco que cai, para esta geração de governantes, é um ataque à Pátria. Tudo se fará para salvar um banco, tudo se fará para que seja a multidão a pagar a fatura.
Um banco que cai, para esta geração de governantes, é um ataque à Pátria. Tudo se fará para salvar um banco, tudo se fará para que seja a multidão a pagar a fatura.
E
é bem grande, por sinal. De tal modo, que arruinou a minha coluna da
semana passada, neste lugar, quando falava da política de bodo aos
pobres que este governo tinha anunciado. Com o estoiro do Banif, lá
se foram os pequenos aumentos e aí está mais uma imensa dívida
para pagar.
Cerca
de 300 euros por cada português para salvar um banco que foi vendido
a outro de tal forma que só resta explicar como se estivéssemos num
manicómio. É mais ou menos assim: o Santander pagará 150 milhões
pelo Banif, desde que o Estado injete perto de três mil milhões.
Dito
de maneira mais simples, eu comprarei ao leitor uma chávena por
cinco euros, mas, para que a compre, terá de colocar dentro dela uma
nota de cem euros. E assim salva a chávena. E assim se salva o
sistema, dizem eles! Igual nas culpas, nas ações, esta rapaziada
foi inventada há mais de um século, pelo poeta Guerra Junqueiro:
Tão vazios, tão iguais, como as duas metades do mesmo zero!
Para complementar agora Vamos falar do "Plano Kalergi".
ResponderEliminarA estratégia:
http://inacreditavel.com.br/wp/o-plano-kalergi/
No terreno, só para exemplificar:
http://www.felipebotaya.com/2016/02/la-violacion-de-europa.html
Todas estas questões giram à volta do mesmo:
ResponderEliminar“(…)Los globalistas no son ni marxistas ni capitalistas. Son lo que les interesa ser en cada momento y lugar. Su fin justifica sus medios. Pueden defender el anti-racismo en España y al mismo tiempo el racismo en Israel. Las puertas abiertas a la inmigración en Europa y Estados Unidos y las puertas cerradas en Israel. Pueden querer ilegalizar a los “nazis” del NPD en Alemania mientras financian a nazis en Ucrania. Pueden apelar a la lucha contra el terrorismo islámico para justificar la invasión de Iraq mientras financian y arman a terroristas islámicos en Siria.
No nos engañemos. Detrás de este proyecto no está la extrema izquierda, aunque ella también colabore en el mismo, de manera seguramente inconsciente (sus bases) y de manera perfectamente consciente (sus líderes). Lo vemos en la invasión de “refugiados”. Los de Podemos, Izquierda Unida, Compromís y las CUP pueden hacer sus actos públicos y poner sus pancartas de wellcome refugees, pero son Angela Merkel, la patronal alemana, Luis de Guindos, Jean Claude Juncker y otros capos de la UE, son los economistas ultra-capitalistas y, por encima de todos ellos, es el millonario sionista globalista George Soros el que está detrás de esta invasión.
Y le están dando una vuelta de tuerca más al proceso. Están decretando sus “leyes contra el odio” en un país tras otro para encerrar en la cárcel si es preciso a todos aquellos que se opongan a esta dictadura global, están formando a las policías locales y nacionales en estas ideas para que se conviertan en auténticas Policías del Pensamiento, están financiando todo tipo de ONGs como el Movimiento Contra la Intolerancia y SOS Racismo para que lleven a cabo este proyecto en cada país. Están promoviendo “primaveras árabes”, “revoluciones de colores” y a movimientos como Podemos para conseguir su “ciudadanía global”, están destruyendo, mediante el liberalismo, a las distintas derechas nacionales de cada país que podrían ser un obstáculo para este plan, están creando opciones políticas como Ciudadanos (del Mundo) con el mismo fin, están haciendo todo lo posible para fulminar a los candidatos y partidos que se escapan a su control, como Donald Trump en Estados Unidos…
Están, en definitiva, buscando implantar su Globalización Sionista.”
https://adversariometapolitico.wordpress.com/2016/03/12/marxismo-cultural-o-capitalismo-cultural/
Diga-se em abono da verdade que a Globalização é antes de fundo e caráter Sinárquico sendo a Organização Sionista uma estrutura política e financeira que diretamente responde e favorece àquela.
ResponderEliminarSó para entendidos.