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Universos Assimétricos

Uma História de Agressão

24.2.07

Cavalos demais 


Parece que foram atribuídos, aos fiscais da Emel, poderes para multar carros estacionados em segunda fila e em cima do passeio. Já não era sem tempo. E acho piada à Polícia Municipal que vem reclamar pela intrusão nas suas competências. O que vimos é que essas competências não eram exercidas.

Há 3 anos escrevi, ao longo de 15 posts, mais ou menos isto neste blog:


A explosão demográfica e a concentração em espaços urbanos são factos estruturantes. Um dos aspectos que eles acarretam, é a falta de lugares de estacionamento. Isto tem determinado situações curiosas e comportamentos-tipo. O automobilista sente que está a ser suficientemente cívico, se deixar de passagem, um intervalo de um carro. Mas é ele que avalia a largura que um carro tem. Frequentemente avalia por baixo. E esquece-se que há veículos mais largos que o carro-tipo dele. Quando um desses «impossíveis» veículos tenta passar, fica entalado, até que o buzinão seja maior que o quarteirão.

Os automobilistas não resistem, por exemplo, a estacionar em ambos os lados duma rua estreita, obrigando os veículos que circulam nos 2 sentidos a fazer grandes e cautelosas gincanas. Se o poder autárquico alarga uma via, criando um separador central e 2 faixas para cada lado, aí temos uma das faixas de rodagem de cada lado invadida por carros, quando não o próprio separador central, apesar das confusões de trânsito que causa. Os técnicos não percebem como é que, numa artéria tão larga, magnífica no mapa, o trânsito afunila tão ridiculamente lento.

O poder autárquico, contemporizador, pensando resolver a situação, mantém as duas faixas de rodagem para cada lado e cria uma ala de estacionamento de cada lado, à custa do sacrifício de parte do passeio dos peões. Situação resolvida? Não. Os automobilistas, incívicos e pressionados pela falta de estacionamento, ocupam primeiro as alas de estacionamento e depois estacionam em segunda fila, deixando a eterna faixa única para o lento trânsito afunilado.

Estacionar é uma aventura. É frequente um qualquer automobilista rejubilar quando, depois de dar voltas ao quarteirão, encontra um lugar de estacionamento vago. Estaciona, compra o bilhetinho no parquímetro e vai satisfeito à sua vida. Quando volta é que a boa sorte cobra o seu tributo: é frequente ter outro carro estacionado em segunda fila, a barrar-lhe a saída. E bem pode esperar ou buzinar. Quando o silvestre volta, ainda pode responder que «estava ali no café!», como quem diz «porque é que não me foi chamar?» Ou que «com 2 ou 3 manobras, saía bem».

O cafre conhece bem os meandros do estacionamento. Estaciona sempre em segunda fila, para poder sair sem problemas. Nunca estaciona em espinha, mesmo que tenha lugar. Teme que o tranquem. Prefere estacionar longitudinalmente em frente do lugar vago, não deixando contudo, de invadir parte do espaço de retirada do carro da frente e do detrás. - Eles se quiserem, que façam umas manobras, subindo o passeio e tentando sair pelo «buraco da agulha».

O «esperto» não perde tempo à procura de lugar de estacionamento. Pára em qualquer sítio, liga os 4 piscas e vai tratar do que tem a tratar. Geralmente basta-lhe estar atento a um aumento de buzinadelas. Se vai para um sítio em que pode não ouvir as buzinadelas, põe um bilhete no tablier: «estou no 5º Esquerdo». Por exemplo. Se precisa de se demorar e tem rodado para subir passeios, é mesmo no passeio o lugar ideal de estacionamento. No lugar pago, teria que pagar e sujeitar-se a multa, se se atrasasse. No passeio, além de não pagar estacionamento, pode estar o tempo que quiser que não tem de pagar nenhuma multa.

O incívico, num estacionamento de tipo superfície comercial, nunca utiliza apenas um lugar, mas pelo menos 2. Por um lado é muito mais cómodo poder abrir as portas à vontade. Por outro, se as portas dos outros não chegarem ao seu carro, é uma garantia que não ficará com o carro marcado ou riscado. Por fim e não menos importante, é que aceitar estacionar num lugar marcado, com espaço limitado, é a aceitação da vida colectiva, é aceitar fazer parte da «gentinha». Ocupar 2 ou 3 lugares é uma afirmação de distinção. À falta de motivos reais, digo eu. Estarei a ser parcial quando a minha estatística empírica me diz que estes «distintos» se recrutam preferencialmente entre os utilizadores de Jipes, BMW e outros de gama alta?

Outra afirmação de «distinção» é não fazer piscas. Fazer piscas é reconhecer o outro, é reconhecer-lhe direitos, tê-lo em atenção. É «servir» o outro. Repare-se quem, «estatisticamente», não faz piscas. No meu entender, são de dois tipos: ou fazem parte de minorias, fartas de «dobrar a espinha», ou fazem parte duma faixa com dinheiro mas com pouca formação cívica – patos-bravos e executivos deslumbrados e com desejos de afirmação.

Estou convencido que muitas vezes o «distinto» não se apercebe que há mais envolvidos na sua mudança de direcção do que só o carro de trás, que às vezes não vem lá – peões à espera de atravessar, carros à espera que ele continue em frente, em vez de mudar de direcção. Às vezes, concedamos, serão as pressões da vida que impedem que ele se aperceba que é preciso fazer piscas senão prejudica outros, ou que se aperceba que há outras vias além da que ele segue, que para ele é a única óbvia.

Ainda não se inventou um automatismo, que permitisse que o automobilista fizesse piscas automaticamente, assim como acende os «stops» automaticamente quando trava. Um sistema como o que gira os faróis para o lado que se vira, não seria aqui eficaz, antes pelo contrário. Só piscaria quando o carro já estivesse a curvar. E se fosse sensível, estaria a fazer piscas «por tudo e por nada». Não resulta. Só podemos esperar que os condutores sejam cívicos.

Há sistemas que induzem as pessoas a realizar determinada acção, considerada necessária, mas que as pessoas não realizariam se não existisse uma estratégia para as «obrigar» a isso. É o caso dos carrinhos de supermercado, que «obriga» o cliente a arrumá-los, se quiser recuperar a moedinha. Um achado. Infelizmente, a «moedinha» que pode levar o condutor a fazer piscas, pode ser apenas a chatice de levar uma buzinadela doutro condutor, ou um menu de dedo e palavrão, dum peão.

A importância da instrução excede em muito o restrito campo de aplicação que habitualmente se lhe vislumbra. A competência que se ganha numa matéria é por vezes muito útil noutra completamente insuspeita. Geometria Descritiva devia ser uma disciplina obrigatória no curso das escolas de condução. Pelo menos, os seus rudimentos. O conhecimento da lógica dum rebatimento, parece-me fundamental para os condutores terem uma noção clara de que as faixas de rodagem seguem uma lógica de movimento de compasso, nas rotundas e nas mudanças de direcção nos cruzamentos.

As autarquias tentam minimizar essa ignorância desenhando no chão as linhas de separação entre faixas. Isso ajuda muito, e estou certo que já evitou muitos toques. Mas os adeptos da «distância mais curta entre 2 pontos» frequentemente não ligam e invadem a faixa alheia com o maior dos desplantes. Em vias com mais de uma faixa de rodagem também se mostram muito úteis as linhas de separação de faixas, pintadas no chão, porque os «fracos de avaliação de distâncias» só percebem que cabem 2 carros à vontade na via, se a respectiva separação lá estiver desenhada. Na via e nos parques de estacionamento.

Concedamos que seja carência de capacidade de avaliação quando um «gordo» instala o seu carro num espaço que dá para 2. (Voltámos à vaca fria…). Mas deixa de se perceber, quando o mesmo que acha que um espaço de 2 só dá para 1 carro, possa depois estacionar longitudinalmente a meio da via do parque de estacionamento, «achando» que os 2 metros que sobram entre o seu carro e a traseira dos que estão correctamente estacionados em espinha, são suficientes para eles saírem! Duas medidas – uma deficiência de avaliação típica de egoístas!

Já li na blogaláxia, por várias vezes, queixas em relação aos «espertos» e indicando mesmo os procedimentos anti-«espertos» que alguns dizem adoptar. É um erro. O «esperto» necessita de ser educado, mas quem tenta que ele aprenda na estrada, corre o risco de contratempos vários, desde a discussão, ao toque de chapa e por aí fora. Um amigo meu tem uma máxima: «Não sou eu que o vou ensinar», querendo dizer que educar um «esperto» é muito penalizante para quem o tenta. Os muitos toques que o «esperto» vai dar e sofrer, inevitáveis ou premeditados, e as inúmeras discussões que vai ter é que o vão ensinar. Ou não.

posted by perplexo  # 01:27
Comments:
Claro que há sempre a alternativa de os "não-automobilistas" como eu deixarem, inequivoca e bem visivel, a marca do seu descontentamento: limpa-vidros torcidos, retrovisores quebrados, graffitis em relevo na pintura ou pneus sem ar.
Dá trabalho, o dono do carro nem sempre percebe a subtileza da mensagem e há sempre a possibilidade de ter que explicar com a boca as perguntas feitas com as mãos do pervaricador.
Mas que alivia, lá isso alivia!
 
Vou contar-te uma anedota, já é velha mas oportuna em relação ao teu texto.
Um fulano vai estacionar o carro, mas como a manobra não é fácil, leva o carro um pouco mais à frente para melhor fazer a manobra de marcha a trás. Um espertalhão que vinha atrás, ao ver o fulano a puxar o carro à frente, ficando o lugar à vista, com uma manobra rápida ocupa o lugar entrando de frente. Ao ver o seu o lugar ser ocupado, o fulano sai do carro e vem reclamar o lugar, pois tinha sido ele quem primeiro o vira. O espertalhão por sua vez sorrindo, responde-lhe que a vida é para quem olho.
O fulano, não responde, volta ao seu carro, puxa-o ainda um pouco mais à frente e depois com um arranque vertiginoso, de marcha atrás, vai embater no carro do espertalhão danificando-o tão seriamente que para sair do estacionamento só rebocado.
Então o fulano sai calmamente do seu carro e acenando com os documentos do seguro na mão, diz ao espertalhão: esta vida não é para quem tem olho, amigo, é para quem tem dinheiro.
Que pena não podermos fazer e dizer o mesmo em certas alturas.
 
Perplexo, agradeço o link que me deixaste, mas não sou lésbica nem escritora:)
beijos
 
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22.2.07

O mau pastor 


Como obstáculo suplementar à OPA da Sonae sobre a PT, esta prometeu aos seus accionistas que, se não venderem as suas acções à Sonae a 10,5 euros e portanto a OPA se gorar, irão receber ao longo dos próximos 3 anos, o equivalente a 5,6 euros por acção. Ora isto corresponde a um juro de bem mais de 50% em 3 anos. Qual é o investimento que dá um tal juro? Estou a lembrar-me da D. Branca. Ah, e também da D. Castanha…

Isto significa que a Administração da PT não se importa de descapitalizar a empresa para continuar a empunhar o bastão de comando dos semi-monopólios que tem manobrado. Significa, como há muito se tem percebido, que a suas actividades têm como prioridade gerar lucros para os seus accionistas. Significa que a PT poderia (tem podido) fornecer serviços mais baratos aos seus clientes. Significa que a PT privilegia a rapina da população pelo capital em detrimento da função social de prestação de serviços.

A PT podia fornecer um serviço de Internet mais barato.
A PT podia não cobrar taxa de telefone fixo.
A PT podia ter tarifas de telemóvel mais baixas.
A PT podia fornecer um mais alargado e cuidado leque de canais de Tv-Cabo.

Em vez disso, a Administração da PT diz aos seus accionistas, muitos dos quais estrangeiros: - estejam descansados que nós ordenhamos e tosquiamos o rebanho para vós. O rebanho contenta-se com erva seca.

A PT não é do Estado, é de privados. Privados por privados, prefiro os que prestam serviços mais baratos.
Espero que os accionistas reconheçam onde está o seu interesse a longo prazo e afugentem este pastor louco.

Comments:
tempestade tremenda a que te trouxe...a mesma que te levou, sem eu saber, sem eu perceber!

tu julgas que isto não tem a ver com a PT, mas tem. xoacc!!!
 
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20.2.07

Best of... Fevereiro de 2006 


Coitadas das velhas!

Em época de Carnaval, lembrei-me hoje de uns dos variados pândegos que surgiam nos Entrudos da minha terra, lá no interior do país da minha meninice:

Em passo de corrida, seguiam em fila 4 homens apregoando cada um a sua mercadoria. O primeiro levava um quartilho de alumínio, o segundo uma pá em bom estado, o terceiro duas farinheiras e o quarto uma pá ferrugenta. Iam correndo e apregoando e nos cruzamentos de ruas ficavam por ali uns 4 ou 5 minutos gritando em sequência:

- Ó leite!
- Pás novas!
- Farinheiras!
- Pás velhas!

Comments:
Olá!

Se gostas de cinema vem visitar-nos em

www.paixoesedesejos.blogspot.com

todos os dias falamos de um filme diferente

Paula e Rui Lima
 
É pá não estou a ver muito bem onde está a piada dos gajos da tua terra.
Um abraço. Augusto
 
Ó Augusto, não me obrigues a explicar uma piada... Só te digo que é boçal.
Abraço
 
Esta deve ser do tipo "private joke" porque tb não chego lá, mas acredito que para ti possa ter alguma piada!
Beijinhos
 
Oh, my God! Sou tão infeliz!
Talvez se lerem em voz alta...
 
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14.2.07

Heisenberg na Justiça 


No debate Prós e Contras desta semana, dedicado à Justiça em Portugal, percebi que os juízes põem processos uns aos outros e que eles próprios andam enredados em processos em que são arguidos por não respeitarem uma reserva em emitirem opiniões sobre a própria Justiça. Percebi que, no próprio debate, havia algum medo de alguns juízes intervenientes, de que as suas palavras fossem entendidas como críticas à Justiça ou às decisões de outros seus colegas. Assustador.

Percebi que a lei não tem a clareza sem ambiguidades que o senso comum lhe atribui e que tem que ser interpretada e o é, às vezes numa gama de entendimentos extremamente alargada. No limite, o mesmo acto pode ser entendido como crime grave e pesadamente penalizado ou eventualmente despenalizado.

Um juiz presente era da opinião que todos os 10.000 subscritores dum abaixo-assinado recente que não foi considerado pertinente deveriam ser condenados a pagar custas de processo de 480 euros cada. A interpretação já foi desmentida mas deixou-me com uma sensação de grande vulnerabilidade como cidadão perante a Justiça. Fiquei assustado.

Tenho a ideia de que a Justiça fica incomodada e até pode punir quem manifeste a opinião de que não confia na infalibilidade da Justiça. Se para o mesmo acto há 2 interpretações tão diversas, uma poderá ser acertada, mas a outra não o será com certeza. Poderiam ambas ser certas? Só numa filosofia de paradoxos. Valha-nos São Zenão.

Comments:
Olá! Bom dia!

Realmente esta das coimas, é de morte. Quando ouvi os Prós e Contras nem queria acreditar...e não acredito...

Relativamente ao nosso passeio:

Como a maioria manifestou o desejo e não haver almoço num restaurante mas sim um pic-nic ligeiro para andarmos sem a barriga muito cheia, não estou preocupada com as inscrições. Quem chegar para alinhar, é bem vindo.

Se estiver a chover, pois pode acontecer com o tempo que por aí vai, só caminharão os carolas e os outros ficam a conversar e até podem almoçar num restaurante, pois por aqui há muitos.

Também acho que, devido à proximidade do jantar, não pode ser uma coisa formal. A caminhada é só um pretexto para nos encontrarmos e talvez conseguirmos falar com quem, devida à rigidez da mesa, não deu aso a trocarmos palavra!

Beijinho!
 
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11.2.07

A democracia do bombardeamento 


Rompendo o silêncio do medo a que quase todos os países do mundo se submetem, Putin proferiu um discurso que soa como um «Basta!» aos desmandos totalitaristas dos Estados Unidos. Disse ele:

O uso legítimo da força só pode ser feito pelas Nações Unidas, que não podem ser substituídas pela UE nem pela Nato. Um estado, os Estados Unidos, ultrapassou as suas fronteiras nacionais de todas as maneiras. As acções unilaterais e ilegítimas não resolveram um único problema. Tornaram-se um cadinho de conflitos posteriores.
É um mundo de um dono, um soberano… não tem nada que ver com democracia. Isto alimenta o desejo de países para possuir armas nucleares. É o quase incontido hiper-uso da força nas relações internacionais que forçou alguns países a procurar construir arsenais nucleares. Isto é muito perigoso, ninguém já se sente seguro porque ninguém se pode abrigar por detrás da lei internacional.

Mais tarde, um general da Nato, desviando a conversa, reagiu assim:
Quem pode ficar preocupado que a democracia e a lei se aproximem da fronteira de alguém?

Isto é, o patente uso unilateral e ilegítimo da força é a lei e a democracia. É uma péssima propaganda para a democracia.

Comments:
Obrigado pelos parabéns.
Quanto ao teu post o que posso dizer é que tudo é natural. Existem regras fundamentais para os impérios sobreviverem, tal como Maquiavel as compilou para princípes governarem.
Não gostamos delas logicamente, mas temos de aceitar que sem elas os impérios vão por água a baixo.
A primeira de todas é levar a guerra onde ela não existe para não permitir que ela lhe possa chegar a casa. Segundo manter activas diversas guerras para dispersar e evitar a concentração do inimigo. Muito mais havia para dizer, talvez ainda venha a fazer um post sobre o assunto.
Um abraço. Augusto
 
Concordo completamente contigo que «levar a guerra onde ela não existe para não permitir que ela lhe possa chegar a casa» é exactamente o que se passa actualmente, deliberadamente. Quanto à segunda «manter activas diversas guerras para dispersar e evitar a concentração do inimigo», acho que seria pouco prudente porque dispersaria também as própris forças. Mas, prudentes é que eles não são.
Abraço!
 
É a democracia do bombardeamento, exactamente tal e qual.
 
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8.2.07

Alguém tem dúvidas? 


Se Bush pudesse votar, votava Não!

Comments:
Olá!
Seguramente que o GWB votava não.
E na Florida votava não duas vezes.
ah ah ah
Obrigado pela passagem pelo meu blog.

Abraço
 
Ainda bem que está lá longe! Sempre é menos um !!!
Beijossssss
 
HOJE dia especial para o Augusto.

Vem ao kalinka e vê o miminho que eu lhe faço. Acho que ele merece.

Beijinhos.
Bom domingo.
 
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6.2.07

Blogomania 


«Quando os indivíduos se desacomodam em relação ao comportamento psicológico tido como normal e saudável são, por vezes, impelidos a levar a cabo alguma tarefa que os reorganize. Muitos conseguem evadir-se e recolher-se no mundo das artes plásticas, outros recorrem à escrita, outros abrigam-se na música e na dança. Seja qual for a actividade seleccionada, o resultado é quase sempre compensador.» - Carla Alexandra Gonçalves, Psicologia da Arte.

Alguém enfia a carapuça?

Comments:
Enfio meia carapuça.
Um abraço. Augusto
 
... e vão dois!
 
Então, não seria mau que houvesse mais anormais.
Ehehehehe!
E vai um...
 
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