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30.8.13

Teorias da conspiração



É claro como a água que os Estados Unidos conspiram pelo domínio económico e político do mundo. Todas as guerras que impõem têm como objetivo a pilhagem dos recursos dos países em causa e a instauração de regimes dóceis, ou o seu lançamento em estado de guerra civil, para poderem manipular as fações a seu favor. Tem sido assim nas dezenas de guerras e golpes de estado que promoveram nos últimos cento e tal anos.

A Síria está na calha. Já lançaram a suspeita – recorrente e já usada no Kosovo, no Iraque, na Líbia, que me lembre – de utilização pelos regimes a derrubar, de armas proibidas, preparando a opinião pública, sempre um pouco adormecida e sempre de memória curta e muita apatia, para a intervenção armada que aí vem. Nunca lhes interessam as vidas dos povos desses países, mas sim o regime político subserviente que aí vão implantar.
Aliás, geralmente, são eles que fabricam essas armas.

O regime sírio sabe bem que um ataque químico é das poucas coisas que nunca pode fazer; não é parvo. Além de não precisar, por estar em vantagem, como dizem os analistas.
Não é de excluir que o massacre tão falado nos últimos dias seja uma encenação, como foram muitas das imagens de massacres no Kosovo. Não é de excluir que, a ter havido mortes, o ataque tenha sido lançado diretamente por um drone americano, ou por uma das fações amigas, ou pelo seu testa-de-ferro Israel.

A partir do ataque, a invasão está por dias. Há só uma démarche a fazer. É que também estas armas estão em evolução e teste. Há que enviar especialistas, integrados na comissão de verificação, para elaborarem relatórios pormenorizados dos efeitos observados e medidos, a fim de melhorar as armas químicas em eficácia mortal. Depois é só invadir.
Mais um povo mártir às mãos dos Estados Unidos.



Em presença de um sistema maquiavélico, as teorias da conspiração são as que têm maior probabilidade de verdade.

2 comentários:

  1. Parabéns pela coragem de apontar o dedo à realidade dos factos com relação aos actuais crimes perpretados por quem toma a equivocada pretensão de, por divino e inescrutável decreto que ninguém conhece nem reconhece, dominar com vara de ferro o mundo já hoje excessivamente globalizado para o efeito, no sentido mais degradado e perverso.

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  2. Os detestados unidos da amérdica podem fazer o que quiserem pela calada e o que lhes apetecer às claras.
    Se alguém se vira a eles leva também... depois queixam-se que têm as escolas cheias de bullys... que surpresa!!!
    rod

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