É claro como a água que
os Estados Unidos conspiram pelo domínio económico e político do mundo. Todas
as guerras que impõem têm como objetivo a pilhagem dos recursos dos países em
causa e a instauração de regimes dóceis, ou o seu lançamento em estado de
guerra civil, para poderem manipular as fações a seu favor. Tem sido assim nas
dezenas de guerras e golpes de estado que promoveram nos últimos cento e tal
anos.
A Síria está na calha.
Já lançaram a suspeita – recorrente e já usada no Kosovo, no Iraque, na Líbia,
que me lembre – de utilização pelos regimes a derrubar, de armas proibidas, preparando
a opinião pública, sempre um pouco adormecida e sempre de memória curta e muita
apatia, para a intervenção armada que aí vem. Nunca lhes interessam as vidas
dos povos desses países, mas sim o regime político subserviente que aí vão
implantar.
Aliás, geralmente, são
eles que fabricam essas armas.
O regime sírio sabe bem
que um ataque químico é das poucas coisas que nunca pode fazer; não é parvo.
Além de não precisar, por estar em vantagem, como dizem os analistas.
Não é de excluir que o
massacre tão falado nos últimos dias seja uma encenação, como foram muitas das imagens
de massacres no Kosovo. Não é de excluir que, a ter havido mortes, o ataque
tenha sido lançado diretamente por um drone americano, ou por uma das fações
amigas, ou pelo seu testa-de-ferro Israel.
A partir do ataque, a invasão
está por dias. Há só uma démarche a fazer. É que também estas armas estão em evolução
e teste. Há que enviar especialistas, integrados na comissão de verificação,
para elaborarem relatórios pormenorizados dos efeitos observados e medidos, a
fim de melhorar as armas químicas em eficácia mortal. Depois é só invadir.
Mais um povo mártir às
mãos dos Estados Unidos.
Em presença de um
sistema maquiavélico, as teorias da conspiração são as que têm maior probabilidade
de verdade.
Parabéns pela coragem de apontar o dedo à realidade dos factos com relação aos actuais crimes perpretados por quem toma a equivocada pretensão de, por divino e inescrutável decreto que ninguém conhece nem reconhece, dominar com vara de ferro o mundo já hoje excessivamente globalizado para o efeito, no sentido mais degradado e perverso.
ResponderEliminarOs detestados unidos da amérdica podem fazer o que quiserem pela calada e o que lhes apetecer às claras.
ResponderEliminarSe alguém se vira a eles leva também... depois queixam-se que têm as escolas cheias de bullys... que surpresa!!!
rod