Passos Coelho e a
ministra das Finanças vieram declarar, sem tergiversações, que “o preço a pagar
pelos bancos, por erros de avaliação de projetos, não pode ser imputado aos
contribuintes”. Disse que: “Durante muitos anos, ouvimos um país clamar pela
intervenção do Estado para resolver o problema das empresas, para no fundo
manter os privilégios que existiam do passado”.
Com esta atitude de
governação ética e a comparação que vai ser feita com a governação desgovernada
de Teixeira dos Santos, estes tipos “correm o risco” de ganhar as eleições de
2015. Não voto neles, mas gostei.
Só espero que não seja
uma transparência “semi-espelhada” para melhor “enganar o pagode”.
Ou fruto de uma mágoa
pessoal. Veja-se esta declaração tão “apontada” a casos concretos:
"(…) damos, ao
mesmo tempo, confiança àqueles que querem investir corretamente para poderem
fazê-lo sem desconfiarem de que alguém, no meio do processo, vai fazer a batota
de levar o bom projeto que tínhamos para aqueles que têm mais meios financeiros
de os poderem concretizar, como tantas vezes aconteceu na história do nosso
país".
Mesmo que tenha sido
pelas más razões, desta vez a governação acertou.
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