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17.7.14

Aplauso


Passos Coelho e a ministra das Finanças vieram declarar, sem tergiversações, que “o preço a pagar pelos bancos, por erros de avaliação de projetos, não pode ser imputado aos contribuintes”. Disse que: “Durante muitos anos, ouvimos um país clamar pela intervenção do Estado para resolver o problema das empresas, para no fundo manter os privilégios que existiam do passado”.

Com esta atitude de governação ética e a comparação que vai ser feita com a governação desgovernada de Teixeira dos Santos, estes tipos “correm o risco” de ganhar as eleições de 2015. Não voto neles, mas gostei.

Só espero que não seja uma transparência “semi-espelhada” para melhor “enganar o pagode”.
Ou fruto de uma mágoa pessoal. Veja-se esta declaração tão “apontada” a casos concretos:

"(…) damos, ao mesmo tempo, confiança àqueles que querem investir corretamente para poderem fazê-lo sem desconfiarem de que alguém, no meio do processo, vai fazer a batota de levar o bom projeto que tínhamos para aqueles que têm mais meios financeiros de os poderem concretizar, como tantas vezes aconteceu na história do nosso país".

Mesmo que tenha sido pelas más razões, desta vez a governação acertou.

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