O BPI está a fazer passar nas televisões
uma campanha publicitária que não é boa propaganda para ele, porque é muito ilustrativa do
comportamento pouco prudente dos bancos, a que a maioria já nos habituou:
Uma família, passeando no campo,
e na iminência de uma enorme trovoada, abriga-se sob uma árvore imponente, escapando
da chuva, mas sujeitando-se a apanhar com um raio.
Neste sentido, é muito pedagógico;
não está a enganar ninguém:
Quem se abriga recorrendo a bancos
livra-se de alguns pequenos contratempos económicos pontuais mas sujeita-se a
desastres socioeconómicos globais que lhe destroem a vida toda e as da sua família.
O meu amigo Freud chegou uma vez a afirmar-me pessoalmente que há que dar rédeas soltas ao animal sexual que vive em cada um de nós para que a repressão não nos surpreenda em cada esquina e possamos logo assim minimizar as compulsões mais radicais...
ResponderEliminarA questão do BPI reporta-se sem dúvida diretamente a esse tipo de repressão Freudiana e remonta ao paradigma estadounidense.